segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Um balanço da 1ª Divisão do Basquete em Cadeira de Rodas em Recife.




Caros amigos,

Como muitos sabem, acompanhei o Brasileiro da 1ª Divisão em Recife e que aconteceu entre os dias 16 e 20 deste mês.

Relacionarei abaixo alguns aspectos que entendo sejam importantes para que se possa fazer uma avaliação de mais esta Competição organizada pela atual direção da CBBC, vejamos alguns os fatos de relevância:
  1. QUADRA DE JOGO - O piso da quadra apresentava a superfície com alguns pequenos buracos.
  2. GINÁSIO - O Ginásio era aberto nos fundos da quadra, sujeitando as realizações dos jogos às intempéries do tempo, principalmente o sol e vento. A quadra era circundada com uma rede, que isolava o acesso da quadra e que foi usada para que as equipes "pendurassem" as faixas dos patrocinadores. O Placar eletrônico estava "pendurado" em uma trave de futebol de salão ao fundo de um dos lados da quadra, onde sua visibilidade estava comprometida. Nesta parte do ginásio não haviam arquibancadas, somente havia algumas cadeiras de plástico, que eram também usadas no refeitório e mais alguns bancos estofados, tipo de escritório, por isso as pessoas acabaram assistindo o jogo em pé em volta da quadra. A iluminação na quadra era satisfatória, o único problema de luminosidade se deu pelo fato de que ao fundo, de um dos lados da quadra, dava para uma área aberta e com isso por aquele lado você tinha uma luminosidade maior que na outra extremidade.
  3. POMBOS - Um fato a ser destacado quanto ao ginásio seria o fato de que tinham pombos, voando por dentro do ginásio, inclusive chegou a ter problemas de "sujeira de pombos" caindo sobre as pessoas que assistiam às partidas. Não presenciei se chegou a acontecer , mais o risco deste problema de sujeiras dos pombos poderiam ter acontecido na própria quadra de jogo.
  4. REFEITÓRIO - Se a qualidade das refeições servidas era boa, por outro lado o local onde estavam sendo servidas não era satisfatório em função de que as refeições estavam sendo servidas na lateral da quadra, dentro do ginásio. Pela falta de estrutura muitas vezes algumas pessoas tiveram que utilizar a arquibancada, que neste lado ginásio existiam, sendo que no caso alguns atletas cadeirantes, comeram sentados nas próprias cadeiras com o prato nas mãos. Um detalhe a ser destacado negativamente é que o serviço seguia a seguinte orientação: Poderia ser servido um único prato, e que poderia ser o maior possível e que somente seria servido um copo de suco por pessoa.
  5. TRANSPORTE DAS DELEGAÇÕES – O serviço de transporte entre o hotel e o ginásio foi realizado por ônibus adaptados, cedidos por empresas que fazem o transporte público em Recife, isto é, ônibus comuns de transporte público, mas  que atenderam a necessidade de transporte.
  6. HOSPEDAGEM – O serviço de hospedagem foi realizado no Hotel Canárius, já conhecido por tradicionalmente ser utilizado em todas as competições em Recife, e posso relatar que no meu caso, pessoalmente, o quarto que eu estava era um quarto duplo, adaptada para receber uma 3ª cama, prova disto é de que de onde minha cama estava não tinha visibilidade da TV.
  7. PREMIAÇÃO – Um dos únicos fatos que meu surpreendeu positivamente foi a premiação, tanto os troféus e as medalhas foram feitos personalizados ao evento e com um estética bem agradável.
  8. FORMA DA COMPETIÇÃO - Mais uma vez a forma de disputa do Brasileiro prejudicou algumas equipes, principalmente na primeira fase, algumas equipes, que perderam o primeiro jogo, como a composição da chave era de 03 equipes, tiveram que fazer dois jogos no mesmo dia, e sendo que a segunda partida foi com uma equipe que não havia jogado no dia, isto é, estava descansado a se considerar relevante também o fato de entre as duas partidas houve um intervalo de apenas 5 horas. Fatos como estes são reflexos de um Campeonato Brasileiro, da 1ª divisão, com 12 equipes, realizado em 05 dias, na verdade se define a competição em função do tempo que se tem que é determinado pelo orçamento disponível.
Este é o balanço que faço do que acompanhei em Recife, façam também a sua avaliação do que temos e deixe sua opinião e contribua para que as mudanças para melhor aconteçam...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

ISTO É NO QUE RESULTA A FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DAS CONFEDERAÇÕES...





Vemos estarrecidos a confirmação dos fatos graves na CBV, mas no meu entendimento o que propicia este tipo de situação está muito relacionado a fragilidade dos órgãos  de controle, como os Conselhos fiscais da entidades, principalmente em função de sua pouco independência das Diretorias Executivas, como também a pouco VISIBILIDADE e TRANSPARÊNCIA que é dada aos contratos e negociações das Confederações com patrocinadores, fornecedores, consultores e de uma forma geral a todas as ações das Confederações.
Quem imaginaria que todas estas situações estariam acontecendo em uma Confederação da importância e visibilidade como a CBV..
Nos leva a refletir o que mais pode estar acontecendo por ai..nas outras Confederações...

Vejam a matéria abaixo, do Lancenet! e da ESPN/UOL.

Fraudes, favorecimentos e “gerenciamento impróprio”: relatório da CGU confirma e amplia denúncias do 'Dossiê Vôlei' da ESPN

O relatório final da Controladoria Geral da União (CGU) confirma as denúncias de irregularidades na Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). Segundo informações da ESPN, que teve acesso ao documento, a auditoria da instituição mostra empresas que receberam comissões pagas sem provas de prestação de serviços e ligadas à dirigentes da CBV. Também há casos de licitações viciadas, favorecimentos e também concluiu que o 'gerenciamento impróprio' teve efeito direto no bolso dos atletas. O documento ainda diz que outras instituições do esporte brasileiro podem ter práticas e parceiros semelhantes.
No documento diz que houve os seguintes casos: 'contratação de empresas de consultoria sem que se consiga verificar a efetiva contraprestação do serviço como no caso de consultorias contratadas para assessorar a CBV na negociação de patrocínios; contratação de empresas sem estrutura física e de pessoal; contratação de empresas cujos proprietários são ou foram ligados à CBV, seja como empregados, seja como parentes de dirigentes; contratação de empresas do mesmo proprietário que executa e audita a prestação de serviço; pagamento de notas fiscais sequenciais que demonstram que a empresa comandada prestava serviço somente para a CBV; pagamento de notas fiscais com descrição genérica do objeto contratado, como ‘comissionamento' ou ‘assessoramento'.


Devastador. Uma granada sem pino solta na direção do malfeito. É o relatório final da Controladoria Geral da União (CGU) realizado a partir do "Dossiê Vôlei". As conclusões estão apresentadas em primeira mão aqui. A auditoria da instituição confirma as denúncias publicadas pela ESPN. E vai além. Com alcance inédito, o trabalho acrescenta uma série de outras irregularidades encontradas na Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). E pode apontar um modus operandi reproduzível em outras instituições do esporte brasileiro com práticas e parceiros semelhantes. Fora as empresas já citadas nas reportagens como S4G e SMP, a Controladoria apresenta outras empresas em novos casos de comissões pagas sem provas de prestação de serviço e ligadas a dirigentes da CBV. Casos de favorecimentos. Licitações viciadas. E traz um novo fato que deve agitar o meio do esporte: pela primeira vez se relacionou, evidenciando com números, que o "gerenciamento impróprio" teve efeito direto no bolso dos atletas

Fontes: Tanto nos casos já conhecidos como nos apresentados na exposição da CGU, estão enumerados procedimentos como "contratação de empresas de consultoria sem que se consiga verificar a efetiva contraprestação do serviço como no caso de consultorias contratadas para assessorar a CBV na negociação de patrocínios; contratação de empresas sem estrutura física e de pessoal; contratação de empresas cujos proprietários são ou foram ligados à CBV, seja como empregados, seja como parentes de dirigentes; contratação de empresas do mesmo proprietário que executa e audita a prestação de serviço; pagamento de notas fiscais sequenciais que demonstram que a empresa comandada prestava serviço somente para a CBV; pagamento de notas fiscais com descrição genérica do objeto contratado, como ‘comissionamento' ou ‘assessoramento".
Publicado em 11/12/2014, 09:40 /Atualizado em 11/12/2014, 17:53 - Lúcio de Castro, especial para o ESPN.com.br
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

UMA REFLEXÃO SOBRE O BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS NO BRASIL.












Caros,


Entra ano e sai ano, e cada vez mais nós estamos vendo o Basquetebol em Cadeira de Rodas do Brasil em uma rota de retrocessos, que passa pelos resultados nas competições oficiais do calendário internacional, até mesmo nas dificuldades de execução dos calendários nacionais e em recente decisão da CBBC a extinção dos campeonatos Regionais, que agora se resumem a “seletivas” para a divisão de acesso.

VEJAMOS ALGUNS FATOS QUE CONTRIBUEM PARA ESTA AVALIAÇÃO.

É um fato que todos sabemos que no caso da Seleção Masculina não estamos conseguindo nem nos classificar para as competições de âmbito mundial, como as Paraolimpíadas e os Mundiais. A Seleção Masculina, desde que atual gestão assumiu em 2009 , não particip de nenhuma destas competições.

Vejamos a trajetória da Seleção MASCULINA:

·        Mundial Masculino de 2014 na Korea: Mesmo com o aumento para 16 equipes não conseguimos nos classificar.

·        Paraolimpíadas de Londres -  Não nos classificamos.

·        Mundial Masculino de 2010 na Inglaterra: Foram 12 vagas e também não nos classificamos.

·        Paraolimpíadas da China, em 2008, nossa ultima participação masculina em uma competição paralímpica, ficamos em 8º lugar, sendo que na participação em Athenas,  em 2004,  tínhamos ficado em 10º lugar, como vemos vínhamos mostrando uma evolução nos resultados.

·        Nossa retrospectiva foi que em ficamos em 10º no Mundial do Japão, em 2002 e evoluímos para a em 9º colocação  no mundial de 2006 na Holanda.


Vejamos os resultados da Seleção FEMININA:

·        Nossa participação começa em 2010, no Mundial na Inglaterra em que ficamos em 10º colocação em uma competição que teve 10 seleções participantes. Agora em 2014 regredimos para o 11º lugar, apesar da evolução apresentada na Paralimpíadas de Londres em que ficamos na 9º posição, com uma de nossas atletas, a Lia, como cestinha da Paralimpíada.

Esta piora no resultado do último mundial deve-se a uma estratégia equivocada da CBBC que promoveu mudanças estruturais no grupo que foi campeão invicto da COPA AMÉRICA, onde conquistamos de forma incontestável a nossa vaga para o mundial do Canadá. Uma mudança que só deveria ocorrer após a conclusão do ciclo até o Mundial de 2014.

OUTRO FATOR IMPORTANTE A SER CONSIDERADO NESTA ANÁLISE:

Muito se fala na falta de recursos, eu mesmo fiz uma postagem questionando o porquê da CBBC não se regularizar junto ao Ministério dos Esportes e participar dos Editais para apoio às modalidades paralímpicas.

Veja a postagem sobre este assunto em: 
http://lincolnfiuza.blogspot.com.br/2014/08/porque-cbbc-nao-pode-fazer-convenios.html

Para que vocês tenham uma ideia da PERDA que estamos tendo com a gestão atual da CBBC relaciono abaixo os recursos que algumas Confederações PARALÍMPICAS têm conseguindo junto ao Ministério dos Esportes, bem como o exemplo da CBB, que consegue aprovar grandes e importantes projetos junto ao Ministério dos Esportes, vejam na tabela abaixo:
Primeiro quadro os projetos selecionados pelo Ministério dos Esportes de modalidades Paralímpicas (quadro 01) e o segundo quadro os projetos selecionados da CBB – Confederação Brasileira de Basquetebol:

Quadro 01
Entidade
Nº da proposta
Projeto
Valor aprovado
CONFEDERACAO BRASILEIRA DE TENIS DE MESA

035446/2014

Participação em Competições Internacionais de Alto rendimento da Seleção Brasileira Paralímpica de Tênis de Mesa.
6.341.800,02

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE TENIS DE MESA

35403/2014

Preparação da Seleção Brasileira Paralímpica de Tênis de Mesa para participação nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.
4.039.842,76

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE TIRO COM ARCO

35386/2014

Oferecer as condições ideais de aperfeiçoamento técnico aos atletas paralímpicos de tiro com arco.
3.264.154,10

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE TENIS DE MESA

35401/2014

Implantação da Rede Nacional de Treinamento em Tênis de Mesa Olímpico e Paralímpico.
8.930.385,47



Quadro 02
Entidade
Nº da proposta
Projeto
Valor aprovado
CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36051/2014

Preparação da Seleção Brasileira Adulta Masculina 2015/2016

13.895.863,01

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

35852/2014

Preparação das atletas da equipe feminina da Seleção Brasileira de Desenvolvimento de Basquetebol Adulta, propiciando as melhores condições possíveis.
8.718.945,91

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36073/2014

Preparação dos atletas da Equipe Masculina da Seleção Brasileira de Basquetebol Sub-19, propiciando as melhores condições possíveis para treinamento e disputas de competições.

1.602.020,07

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36053/2014

Preparação das atletas da equipe feminina da Seleção Brasileira de Desenvolvimento de Basquetebol Sub-19, propiciando as melhores condições possíveis.

1.581.020,48

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36072/2014

Preparação das atletas da equipe feminina da Seleção Brasileira de Desenvolvimento de Basquetebol sub 15, 16, 17, 18, propiciando as melhores

8.144.000,00

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36300/2014

Realização da Copa Brasil (fase regional) nas 5 regiões do Pais: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Sul e a Supercopa do Brasil (Fase Final), masculino e feminino adulto.

2.547.957,06

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36374/2014

Treinamento e participação em importantes competições nacionais internacionais de atletas das seleções adultas e sub 18 masculina e feminina e equipes masculinas.
2.121.903,66

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36373/2014

O projeto se destina a realização dos Campeonatos Brasileiros Masculinos e Femininos Sub-19 da 1ª Divisão, 2ª Divisão e 3ª Divisão do ano de 2015.

2.447.685,23

CONFEDERACAO BRASILEIRA DE BASKETBALL

36286/2014

Escola Nacional de Basquete 2015/2016 - O convênio se destina a realização de 20 (vinte) Cursos de formação e certificação de treinadores e de árbitros e 32 eventos de MINI Basquete. Assim fomentar o basquete através do desenvolvendo de 3 pilares importantes: TREINADORES, JOVENS ATLETAS, ÁRBITROS

7.196.576,28


Fonte: http://esporte.gov.br/index.php/institucional/alto-rendimento/chamada-publica

Poderíamos da mesma forma estar participando dos editais do Ministério dos Esportes e garantindo recursos para a realização do nosso calendário de competições tanto nacionais como regionais, veja que a CBB (basquete andante), na proposta de nº 36300/2014, ela já garante para 2015 recursos na ordem de R$ 2.547.957,06 para a realização dos 05 regionais e mais a fase final masculina e feminina. Já na proposta de nº 36373/2014 se garante R$ 2.447.685,23, para a realização dos Brasileiros da 1ª, 2ª e 3ª divisão, isso para o SUB-19. Para finalizar esta avaliação na proposta nº 36286/2014, se tem um montante reservado de R$ 7.196.576,28, para a ESCOLA NACIONAL DE BASQUETE,  para o investimento em cursos de capacitação de Técnicos, árbitros e descobrimento de novos atletas nas clínicas de mini basquete, isso para o biênio 2015/2016.

Estou só fazendo a avaliação de um fonte com grandes possibilidades de captação, o Ministério dos Esportes, temos também que lembrar outras fontes, como a LEI DE INCENTIVO DO ESPORTE, as próprias Estatais Públicas e também a possibilidade de formalização de patrocínios com empresas privadas.

Ao contrário o que vemos é que com a transformação dos Regionais em seletivas para a divisão de acesso, temos equipes, como por exemplo o ICEP BRASIL, aqui de Brasília, que possui um patrocínio do peso do BRADESCO, pela Lei de Incentivo, e que este ano fechará o ano com somente duas partidas oficiais realizadas promovidas pela CBBC e o mais grave foi que pela forma que a 2ª divisão foi disputadas , acabou caindo para a 3ª divisão. Como conseguir fidelizar um patrocinador com este peso apresentando esta qualidade de visibilidade para a sua marca?

Para os que não acompanharam esclareço:

O Brasileiro em Brasília, da 2ª divisão, agora no mês de novembro , aconteceu em uma estrutura onde os atletas ficaram em alojamentos, onde as delegações tiveram que dividir o mesmo alojamento, duas em cada alojamento e ainda sem banheiros internos. A competição foi realizada, em função da falta de 3 delegações, em uma fórmula de 4 chaves, 3 com duas equipes, e uma quarta chave com 3 equipes. Esta foi a chave do ICEP, e que pelo sorteio, ficou na mesma chave das equipes campeã e 3ª colocadas ao final do certame. Vemos que uma competição organizada desta forma não consegue chegar a real comparação entre as equipes presentes. 

Aí eu pergunto: Como que se quer dar qualidade a competição sendo que os clubes tem que enfrentar tantas adversidades "fora da quadra" ?

FALTA DE RECURSOS?

Lembro que o problema sempre alegado e a falta de recursos, mas lembro  também de que aqui mesmo, em Brasília, foi realizada uma competição, a 1ª  divisão, no início de 2014, onde os atletas ficaram em quartos duplos, aos custo de aproximadamente R$ 370,00 a diária. Será que é falta de recursos mesmo ou de planejamento?

Veja a qualidade do Hotel...

http://www.atlanticahotels.com.br/hotel/brasilia/quality-hotel-e-suites-brasilia


Estas são algumas reflexões e perguntas que as respostas ficam no ar e que entendo que as mudanças tem que começar a ser planejadas para ontem.


E VOCÊ O QUE PENSA DISSO, ESTAMOS NO CAMINHO CERTO?


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PORQUE A CBBC NÃO PODE FAZER CONVÊNIOS COM O MINISTÉRIO DOS ESPORTES??



Você já se perguntou porque a CBBC sempre que vai utilizar recursos Federais (Ministério dos Esportes) depende da intermediação da execução do repasse pelo Comitê Paralímpico - CPB?


Simplesmente por que a CBBC está impedida legalmente de receber recursos Federais, pois em sua Diretoria tem um Agente Político (DEPUTADO FEDERAL).. A Deputada Rosinha da Adefal...em função disso a lei veda o repasse..



A CBBC insiste em manter este cofre fechado..por que??



terça-feira, 24 de junho de 2014

Com medalha de prata, Seleção masculina de vôlei sentado conquista resultado histórico no Mundial da modalidade.

Algumas modalidades evoluem enquanto a nossa , o basquete cadeiras de rodas, vai para trás..

Seleção Masculina, não vai a uma competição Mundial desde 2008 deve ficar em 11º lugar neste Mundial.....

A Feminina , que vinha em uma crescente de resultados Internacionais...

Parabéns a Confederação de Volei Paralámpico.

A Seleção brasileira masculina de vôlei sentado entrou para a história do esporte paralímpico neste sábado, 21. Na grande final do Mundial da modalidade, disputado em Elblag, na Polônia, a equipe ficou com a prata após enfrentar a Bósnia e perder por 3 sets a 1. O Brasil nunca havia chegado nem à semifinal de um Mundial. No torneio feminino, as mulheres brasileiras terminaram em 6º, após perderem por 3 sets a 0 para a Ucrânia na disputa pelo quinto lugar da competição.

Veja mais detalhes no site do CPB:


http://www.cpb.org.br/selecoes-masculina-e-feminina-de-volei-sentado-estreiam-no-mundial-com-um-vitoria-e-uma-derrota-cada/

sábado, 7 de junho de 2014

Governo Dilma investe pesado nos Atletas Paraolímpicos para 2016.


Programa do Ministério do Esporte, Bolsa Atleta Pódio passa a beneficiar 82 atletas paralímpicos

Mais 23 atletas paralímpicos, de sete modalidades, foram contemplados com a Bolsa Pódio. O CPB chega, assim, a 82 inscritos nesse programa do Ministério do Esporte, que prevê mais recursos para aqueles atletas com chances de medalha nos Jogos do Rio 2016.
A nova lista dos paralímpicos, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 22 de maio de 2014, tem 11 nomes do atletismo, dois da canoagem, um do tênis de mesa, cinco da natação, dois do halterofilismo, um do ciclismo e um do tiro esportivo.
Atletismo e natação seguem com as maiores quantidades: 35 e 19, respectivamente. O tiro esportivo ainda não tinha beneficiados com a Bolsa Pódio, mas com Geraldo Von Rosenthal passa a integrar a lista das modalidades, que, agora, somam 11. Além das sete da nova publicação, em 2013 já havia representantes de bocha, judô, remo e esgrima.
Edílson Alves da Rocha, o Tubiba, diretor técnico do CPB, destaca a importância da concessão de mais 23 Bolsas Pódio por conta da segurança e tranquilidade aos atletas que, assim, têm chance de “se dedicar 100% aos treinamentos”. Para ele, o aumento do número de beneficiados é fundamental para se cumcumprir a meta de ficar entre os cinco primeiros no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016.
“Essa maior quantidade é muito importante para nós. O acesso à Bolsa Pódio possibilita também um cronograma com mais competições na temporada – na Europa, Ásia, Oceania – e contato mais assíduo com grandes adversários. Em 2013, administramos 262 eventos no ano, às vezes, até quatro simultaneamente”, lembra Tubiba. “Estamos crescendo no alto rendimento. A esgrima em cadeira de rodas é um exemplo, com duas medalhas de ouro recém-conquistadas no Grand Prix do Canadá, em Montreal, com o Jovane Guissone (medalhista de ouro em Londres 2012), mas também com o Vanderson Chaves, bronze, que nunca havia ganhado uma medalha fora do país.”
Outro ponto interessante destacado pelo dirigente “é o aprendizado dos atletas com a responsabilidade de gerenciar a própria carreira e administrar seu dinheiro.”
Os novos nomes do esporte paralímpico
Atletismo:
Elizabeth Rodrigues Gomes, Marivana Oliveira da Nóbrega, Verônica Silva Hipólito, Yagonny Reis de Sousa, Mateus Evangelista Cardoso, Pedro Paulo Neves da Silva, Luciana de Jesus Dias, Alex Pires da Silva, Leonardo Amâncio, Silvânia Costa de Oliveira e Yeltsin Jacques
Canoagem:
Luciano da Silva Meirelles e Tamara Oliveira da Silva
Tênis de mesa:
Iranildo Espíndola
Natação:
Matheus Rheine Corrêa de Sousa, Carlos Alonso Farrenberg, Adriano Gomes de Lima, Vanilton Antonio do Nascimento Filho e Ruiter Antônio Gonçalves Silva
Halterofilismo:
Maria Luzineide Santos de Oliveira e Josilene Ferreira
Tiro esportivo:
Geraldo Von Rosenthal
Ciclismo:
Jady Martins Malavazzi
Investimentos federais
Dos anos pós-Jogos Paralímpicos, 2013 foi o melhor para o Brasil, com 78 medalhas conquistadas em Campeonatos Mundiais ou competições equivalentes ao programa dos Jogos.
Além da Bolsa Atleta – da qual faz parte a categoria Pódio –, outros recursos do Ministério do Esporte que vão para o Comitê Paralímpico Brasileiro são de convênios. Em 2011, os recursos somaram R$ 7,1 milhões, destinados à preparação de seleções de natação, atletismo, tiro esportivo, vôlei sentado, futebol de 5, hipismo e judô, e ainda ao apoio à missão para os Jogos Parapan-Americanos de Guadalajara-2011.
Em 2012, os convênios totalizaram R$ 12,9 milhões, divididos na preparação da seleção de goalball e de toda a delegação brasileira para os Jogos Paralímpicos de Londres 2012, e na aclimatação em Manchester, na Inglaterra.
Em 2013, um único convênio, de R$ 38 milhões, foi destinado à preparação de 16 equipes. Assim, apenas em convênios com o Ministério do Esporte, o CPB obteve cerca de R$ 58 milhões nos últimos anos. O Comitê também conta com patrocínio da Caixa. Todo esse investimento resulta nos bons resultados que as seleções paralímpicas vêm conquistando no cenário internacional.
CT entre grandes do mundo
O governo federal também investe no Centro Paralímpico Brasileiro, legado dos Jogos do Rio 2016 e que deverá se tornar referência na América Latina, como parte do Plano de Aceleração de Crescimento (PAC2). Serão R$ 288,7 milhões, sendo R$ 264,7 milhões em obras, mais R$ 24 milhões em equipamentos. Os recursos federais são de R$ 165 milhões; o governo estadual de São Paulo entra com R$ 123,7 milhões.
O local, no Parque Estadual Fontes do Ipiranga, está em obras e deverá ficar pronto em meados de 2015, com infraestrutura para 15 modalidades paralímpicas (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball, halterofilismo, judô, natação, rúgbi, tênis em cadeira de rodas, tênis de mesa, triatlo, vôlei sentado).
Além de áreas de treinamento, competição e intercâmbio, com alojamento para 280 pessoas, refeitório e lavanderia, academia e vestiário, haverá o Centro de Medicina e Ciências do Esporte (fisiologia, fisioterapia, nutrição, tecnologia, biomecânica, metodologia de treinamento). Também será aberto espaço para pesquisa e formação de técnicos, árbitros e gestores.Em Jogos Paralímpicos, o Brasil ficou em nono lugar em Pequim-2008, e em sétimo em Londres-2012. A meta para o Rio-2016 é terminar entre os cinco primeiros países do quadro de medalhas.
Com informações de Denise Mirás – Ministério do Esporte
Assessoria de imprensa do CPB (imp@cpb.org.br)
Daniel Brito
Thiago Rizerio
Rafael Moura
Nádia Medeiros
Ivo Felipe
Ezquiel Trancoso (estagiário)
Fonte: Site do CPB.
http://www.cpb.org.br/programa-do-ministerio-do-esporte-bolsa-atleta-podio-passa-a-beneficiar-82-atletas-paralimpicos/

terça-feira, 20 de maio de 2014

QUAL FOI O LEGADO DO BRASILEIRO FEMININO EM MANAUS ?



Muitos ainda tentam entender o motivo da escolha de Manaus para sede do Brasileiro Feminino de 2014:
  • Equipes de basquete feminino não tem por lá...
  • Público não teve, como podemos ver pelas fotos da abertura  e de alguns jogos..falta de divulgação..
  • Os recursos aplicados são do Governo Federal, desta forma poderia ser aplicado em qualquer local, com melhor acesso e maior visibilidade, inclusive poderia ser em um  local aonde já tivesse uma equipe feminina estabelecida..ajudaria de reforçar o projeto local.
  • As despesas foram altas, o hotel usado, o Hotel Tropical de Manaus, é bem caro..teve diária , em quarto individual que custou R$ 315,00...
A pergunta fica no ar...qual foi a vantagem de fazer o campeonato em Manaus..???