terça-feira, 23 de outubro de 2012

Investimento para 2016 deve girar em torno de R$ 300 milhões

 
De acordo com presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Andrew Parsons, investimento para 2016 deve girar em torno de R$ 300 milhões
 
A glória de subir ao pódio virou rotina para o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Londres. A natação e o atletismo foram os destaques, mas o time verde-amarelo teve um bom desempenho em modalidades como a bocha, o futebol de 5, a esgrima, o judô e o goalball. Com 21 medalhas de ouro, o Brasil fez a sua melhor campanha na história da competição. A meta de ficar em sétimo lugar no quadro geral foi cumprida, com 43 medalhas - 14 pratas e oito bronzes. Para chegar a resultado tão expressivo, o trabalho do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), em parceria com o governo, as Confederações e a iniciativa privada, contou com uma complexa estrutura para formar campeões. O planejamento é baseado no conceito de "teia de aranha", no qual existe uma ligação entre os projetos e os programas. De olho no quinto lugar no Rio, o investimento para o ciclo de 2013 a 2016 deve girar em torno de R$ 300 milhões.
Alguns exemplos são as seleções de jovens, o Programa Ouro e até mesmo competições como as Paralimpíadas Escolares, que representam a base do paradesporto. Na estrutura pensada para os Jogos de Londres, uma das estratégias foi realizar uma parceria com as Confederações para 20 modalidades paralímpicas. A criação dos times regionais foi um outro plano bem sucedido, que conta com o apoio dos governos dos estados envolvidos. Por enquanto, apenas Rio de Janeiro e São Paulo estão incluídos, mas há interesse de outros de participar do programa, como Minas Gerais.
Todos os nossos programas e projetos se entrelaçam formando o caminho do atleta, desde as Paralimpíadas Escolares ao mais alto rendimento, passando por eventos nacionais, seleções de jovens e adultos, até a aposentadoria. As inciativas são as mais diversas possíveis, temos o Programa Ouro na seleção de jovens, as seleções de times regionais, como o Time São Paulo e Rio, e outros projetos que promovem a renovação do esporte. O Alan (Fonteles) é um bom exemplo, foi descoberto na Paralimpíada Escolar, aos 14 anos, participou de seleções de jovens, disputou competições internacionais e participou do programa de alto rendimento até chegar ao Time São Paulo. Trouxemos ele de Belém para a capital paulista e deu no que deu, aquela vitória história sobre o Oscar Pistorius nos 200m dos Jogos de Londres, mas o melhor dele ainda está por vir, e será em 2016 - disse Andrew Parsons, presidente do CPB.
 
Os ingredientes para formar grandes campeões

De acordo com o dirigente, o segredo para o sucesso no esporte está no trabalho. Além de descobrir novos talentos e lapidá-los, ele afirma que é necessário realizar um plano individual com cada um dos destaques brasileiros.
 
- Não há uma fórmula para formar campeões, e sim uma palavra: trabalho. É preciso identificar o talento e trabalhá-lo, aliando ciência do esporte e estrutura, com os melhores profissionais e instalações. Quando chegamos a um nível como o de Daniel Dias, Terezinha Guilhermina, André Brasil e Alan Fonteles, é necessário um planejamento individual, para que o atleta atinja o máximo do seu potencial. Eu diria que a receita seria a soma de recurso, estrutura e gestão, aliado ao treinamento e, é claro, o talento. Além disso, é preciso existir a participação do atleta nesse processo, com uma preparação física, psicológica e nutricional. O Comitê Paralímpico e as Confederações dão a estrutura, criam o caminho e as condições, e o atleta deve aproveitar a oportunidade para trabalhar e se tornar um grande campeão.
 
Dono de recordes mundiais, paralímpicos e de medalhas, Daniel Dias brilhou na piscina do Centro Aquático de Londres. Em sua segunda participação nos Jogos, ele conquistou o lugar mais alto do pódio em todas as provas individuais que disputou. Segundo ele, a receita para formar campeões é simples: em primeiro lugar, é preciso ter talento e, em segundo, uma estrutura para que permita desenvolver as potencialidades de cada um.
 
Daniel Dias
 
- Para começar, é preciso ter o dom, não há nada que se possa fazer sem isso. Em seguida, é preciso haver uma estrutura ao redor do atleta, oferecer um lugar adequado para os treinos, alimentação e conforto, além de um investimento na base do esporte, assim como acontece nas Paralimpíadas Escolares. Os futuros atletas de 2016 e 2020 podem ser descobertos nesses torneios - revelou Daniel.
Principal nome paralímpico da história do país, o paulista de 24 anos coleciona 15 medalhas em Jogos: 10 ouros, quatro pratas e um bronze. E está começando um novo ciclo, que termina no Rio de Janeiro, em 2016. O nadador, que começou no esporte há apenas sete anos, inspirado pelas braçadas de Clodoaldo Silva em Atenas-2004, ainda tem no currículo 19 ouros em Parapans, outros oito em Campeonatos do Mundo, dez recordes mundiais e um prêmio Laureus, o "Oscar do Esporte".
 
De olho no quinto lugar em 2016, Brasil repete modelo

Em Londres, a missão de ficar em sétimo lugar no quadro geral foi cumprida com sucesso. Na próxima edição dos Jogos, o Brasil busca subir dois degraus, mas não terá um trabalho fácil. O quinto lugar exige um investimento ainda maior, com mais estrutura e novos parceiros, incluindo também a iniciativa privada. Para cumprir a meta a ser traçada em 2016, a ideia é repetir o modelo de planejamento do ciclo passado.
- Vamos seguir com o planejamento do último ciclo. Planejamos o sétimo lugar em Londres, e ele veio de forma definitiva e confortável, com três medalhas de ouro na frente da Alemanha, oitava colocada. Precisamos de mais estrutura e apoio, seja pela iniciativa privada ou pela forma de times regionais. Se o Time São Paulo fosse um país, teria ficado em nono lugar no quadro geral de medalhas. Com a estrutura atual, o quinto lugar se torna complicado. Por isso, iniciativas como a criação do centro de treinamento são fundamentais para oferecer condições dos nossos atletas treinarem, assim como a realização de eventos como as Paralimpíadas Escolares, que detectam os novos talentos - afirmou Andrew Parsons.
 
Centro de treinamento será legado para futuros Jogos
O primeiro centro de treinamento de paradesporto do país deve ser construído no primeiro semestre do ano que vem, em uma área do Parque do Ipiranga, em São Paulo, próximo ao Simba Safari e o Zoológico. E a previsão de conclusão das obras será até o fim de 2015. O investimento de cerca de R$ 110 milhões ainda está sendo negociado com o governo federal, além de recursos do governo do estado, o que deve girar em torno de aproximadamente R$ 150 milhões. A ideia é criar um centro completo, com instalações esportivas, alojamento e toda a parte de medicina, ciência e fisioterapia.
Será um centro multidesportivo para várias modalidades, como atletismo, natação, futebol de 5 e de 7, dentre outros. Estamos visitando centros de países como Ucrânia, China e Coreia, para trazer o que há de melhor em espaços, equipamentos e instalações. Não é algo pensado para 2016, e sim para sempre"
Andrew Parsons
- Será um centro multidesportivo para várias modalidades, como atletismo, natação, tênis, hipismo, futebol de 5 e de 7, dentre outros. Estamos na fase do projeto, visitando centros de países como a Ucrânia, China e Coreia, para que possamos trazer o que há de melhor no aproveitamento de espaços, equipamentos e instalações. Não é algo pensado para 2016, e sim para sempre, agregando as principais seleções e os novos talentos.
As Paralimpíadas do Rio serão disputadas entre os dias 7 e 18 de setembro, pouco mais de duas semanas após o fim dos Jogos Olímpicos. A 15ª edição do evento deve receber cerca de 4,2 mil atletas de mais de 160 países. Dois novos esportes, paratriatlo e paracanoagem, serão adicionados ao programa, que passa a contar com 22 modalidades.
 
Matéria do GLOBOESPORTE.COM
 

domingo, 21 de outubro de 2012

Rio de Janeiro é campeão das Paralimpíadas Escolares

Após três dias de disputas em dez modalidades, o Rio de Janeiro de Janeiro sagrou-se campeão das Paralimpíadas Escolares 2012. São Paulo ficou em segundo, seguido por Santa Catarina. O evento reuniu, em São Paulo, mais de 1.200 competidores de 24 estados e o Distrito Federal.
- Nas paralimpíadas Escolares, temos a oportunidade de identificar novos talentos, já pensando também nos Jogos Rio 2016. O nosso maior legado é uma geração de jovens que acreditam no Esporte como forma de exercer sua cidadania. Nesta edição tivemos ótimas surpresas, que contribuirão com a renovação do alto rendimento - afirmou o presidente do Comitê Paralípico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons.
Veja mais: Andrew Parsons anuncia a construção de um Centro de Treinamento Paralímpico.
Os cariocas provaram ser bons de bola ao conquistarem o título no futebol de 5 e futebol de 7. Na modalidade para paralisados cerebrais (Fut 7), o Rio garantiu o tricampeonato, e no Fut 5 ( deficientes visuais), a vitória veio pelo saldo de gols.
- Tivemos algumas boas revelações e vimos novos talentos surgindo. Destaco o Julio Cesar, goleiro de Santa Catarina, e o Thiago Leonardo, jogador de Mato Grosso do Sul. Todos os atletas que estiveram aqui estão sendo observados e, claro, os melhores podem ter chance na seleção Brasileira - disse Paulo Veiga Cabral, coordenador técnico nacional do futebol de 7.

Classificação final geral
1º Rio de Janeiro – 80 pontos
2º São Paulo – 69 pontos
3º Santa Catarina – 35 pontos

Basquete em Cadeira de rodas fica fora do projeto "Brasil Medalhas "

ALDO REBELO Ministro do Esporte                         
O Brasil tem elevado índice de portadores de alguma deficiência, física ou mental: são 24% da população ou 46 milhões de pessoas. Até pouco tempo, elas dependiam principalmente da sua capacidade de resistência e do apoio do governo, sobretudo por intermédio da Previdência Social. Agora está em ação o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com deficiência — o Viver sem Limite, lançado pela presidente Dilma Rousseff para favorecer a inclusão na sociedade e na cadeia produtiva desse enorme contingente que equivale a toda a população da Argentina. Serão investidos R$ 7,6 bilhões em educação, saúde e acessibilidade até 2014.Para o Ministério do Esporte, é mais uma oportunidade de incentivar a ampliação das atividades no chamado paradesporto. Desde que o neurologista alemão Ludwig Guttmann, refugiado do nazismo, criou o Centro Nacional de Lesionados Medulares no Hospital de Stoke Mandeville, na Inglaterra, e promoveu atividades esportivas como terapia de soldados feridos na Segunda Guerra Mundial, o paradesporto encanta e comove o mundo.
Os Jogos paraolímpicos estrearam na sequência das Olimpíadas de Roma, e se constituíram a partir daquele ano de 1960 em marca triunfal da capacidade realizadora do ser humano mesmo na mais difícil das adversidades, seja no comprometimento da mobilidade, seja na privação de sentidos. O Brasil seguiu a tendência mundial de criação de federações por modalidade, afinal agrupadas em 1995 no Comitê paraolímpico Brasileiro (CPB).
O princípio da proteção social vem fundamentando algumas ações do Ministério do Esporte, e de vários segmentos da sociedade, que têm como objetivo proporcionar às pessoas com deficiência acesso ao Esporte. O conceito de inclusão vem sendo ampliado e, atualmente, não se restringe apenas ao âmbito educacional ou social. A questão inclusiva se faz presente em áreas como a educação física, a prática do Esporte de alto rendimento e do lazer, entre outras.
Fiel ao programa de universalizar as atividades físicas em magnitude que permita o aparecimento maciço de atletas competitivos, nacional e internacionalmente, o ministério investe fortemente no esportista paraolímpico. Para os jogos de Londres, nos quais a delegação Brasileira conquistou 43 medalhas, o CPB recebeu R$ 131,5 milhões, dos quais R$ 22 milhões foram repassados diretamente pelo ministério.
Todas as medalhas paraolímpicas Brasileiras conquistadas em Londres tiveram a participação de beneficiados pelo programa Bolsa-atleta, do Ministério do Esporte. Na delegação nacional, de 182 atletas, 156 (85%) eram bolsistas. As conquistas alcançadas até agora são fruto de um ciclo de trabalho bem planejado, que exigiu treinamento e investimentos do governo federal. Todos esses fatores, juntamente com a vontade de vencer, foram primordiais para o sucesso dos atletas.
Para as Olimpíadas do Rio, em 2016, criamos o plano Brasil Medalhas, com o objetivo de colocar o Brasil entre os 10 primeiros nos jogos convencionais e entre os cinco primeiros nos paraolímpicos. Quinze modalidades do paradesporto foram selecionadas: atletismo, Bocha, canoagem, Ciclsmo, Esgrima em cadeiras de rodas, futebol de cinco, futebol de sete, Goalball, halterofilismo, Hipismo, judô, natação, remo, Tênis de mesa e voleibol sentado.
Serão criados ou reformados centros de treinamento de alto nível, e atletas mais bem classificados terão apoio para a preparação, viagens, compra de equipamentos e ajuda financeira, por intermédio dos programas Bolsa-Pódio, que inclui a Bolsa-atleta, e agora a Bolsa-Técnico.
O governo Brasileiro considera que o incentivo ao Esporte de alto rendimento em competições gera, além de medalhas, um efeito salutar no conjunto da população. Um desses resultados mais fecundos das paraolimpíadas é o estímulo que proporciona aos portadores de deficiência que ainda não praticam atividade física — e aos que, podendo praticá-la sem restrições, continuam sedentários. O Esporte, como fonte de lazer e vida saudável, é para todos.
Matéria: CORREIO BRAZILIENSE (DF) • OPINIÃO • 20/10/2012

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

São Paulo receberá CT para esportes paralímpicos

Agência Estado                          
O Comitê paralímpico Brasileiro lançou nesta semana o projeto de construção do Centro Nacional de Treinamento de Esportes paralímpicos. As obras do novo CT, que terá investimentos do CPB e dos governos federal e estadual de São Paulo, deverão começar já no primeiro semestre de 2013. A previsão é que o local seja completamente entregue no fim de 2015, poucos meses antes dos Jogos do Rio.“Temos em São Paulo um grande parceiro e construiremos aqui, já no começo do ano que vem, um centro de excelência em treinamento para 14 modalidades. Nossos profissionais buscaram o que há de melhor em outros países para que essa nova geração tenha também o melhor para se preparar para os próximos Jogos paralímpicos. O CPB dá a oportunidade e o resto é talento e determinação”, afirmou Andrew Parsons, presidente do Comitê paralímpico.O anúncio da construção do Centro de Treinamento foi feito na terça-feira, durante a cerimônia de lançamento da paralimpíadas Escolares, no Auditório Celso Furtado. De acordo com o CPB, o CT receberá um investimento de R$ 113 milhões. O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e o governador do Estado, Geraldo Alckmin, também estiveram presentes.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Guga especial.

O tricampeão de Roland Garros abriu a Semana Guga Kuerten de forma especial, ontem à tarde. Reunido com os tenistas cadeirante na quadra coberta do Jurerê Sports Center, o ídolo garantiu apoio incondicional ao Torneio enquanto o evento existir.No bate-papo, Guga mostrou o carisma e a simplicidade que o transformaram em ídolo dentro e fora das quadras. O ex-número 1 resgatou o vínculo com o irmão Guilherme, já falecido, para ressaltar o papel dos cadeirantes no sucesso da Semana Guga Kuerten, como exemplos de dedicação e superação de desafios comuns na vida de cada T um.

Favorito é de Belo Horizonte
O principal favorito ao título do Torneio Profissional de cadeirantes é o mineiro Rafael Medeiros, 22 anos. Atual número 37 do mundo e número 2 do Brasil, Medeiros esteve na  Paralimpíadas de Londres e estreou com vitória, ontem, ao vencer Adalberto Rodrigues, por duplo 6/1.
Rafa começou na modalidade há oito anos, após se aventurar no basquete para cadeirantes. A identificação com o Esporte foi imediata. Em 2007, disputou o Mundial da modalidade na Suécia e entrou para o grupo dos 50 melhores do mundo em 2010.
– Acho que gostei do Tênis porque é individual e você não depende de ninguém – explica.

Dança em Cadeira de Rodas une pessoas com deficiência

Quando Viviane começou a disputar competições, teve que convencer Luís Cláudio que a parceria poderia dar certo. Hoje a dupla é pentacampeã Brasileira de Dança Esportiva em cadeira de rodas. Em 2010, conseguiu a 20ª colocação no campeonato mundial. O lema da dançarina é a inclusão, e a forma que ela encontrou para unir pessoas com e sem  deficiência, é a dança de salão: curso que ela oferece em escolas e empresas. Viviane também quer formar futuros campeões e para isso, criou um projeto social para ensinar as crianças cadeirantes que a dança pode ser um caminho para enfrentar os desafios da vida.

Repórter: Tais Faccioli

Entrevistados:
Viviane Macedo, dançarina
Luís Cláudio da Silva Passos, dançarino
Marcelo Martins, dir. da Escola Carioca de Dança

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Em evento-teste, Brasil leva sete ouros no atletismo Paraolímpico

No evento-teste realizado no Estádio Olímpico de Londres, os para-atletas Brasileiros subiram ao lugar mais alto do pódio por sete vezes nesta terça-feira. Além dos ouros, o País ainda levou duas pratas e sete bronzes na Competição. Ao todo 12 atletas Brasileiros estiveram no evento, e o País venceu com: Terezinha Guilhermina (ouro nos 100m e 200m T12), Yohansson Nascimento (ouro nos 100m e 400m T46), Lucas Prado (ouro nos 100m T11 e prata nos 200m T11) e Daniel Mendes (ouro nos 200m e prata nos 100m T11). As outras conquistas foram o ouro no revezamento 4x100 T11-T13, Edson Pinheiro (bronze nos 100m e 200m T38), Jennifer Santos (bronze nos 100m e 200m T38), Jerusa Santos (bronze nos 100m e 200m T12) e Felipe Gomes (bronze nos 100m T11). Além de todas as medalhas, o chefe da missão Brasileira nos Jogos paraolímpicos de Londres, Edilson Rocha Tubiba, acredita que algumas coisas devem melhor até setembro. "Embora ainda haja algumas coisas para ajustar até os Jogos, certamente os ingleses farão uma Competição impecável. A estrutura para atletas e delegações é a melhor possível e a qualidade dos equipamentos de Competição também", disse o dirigente. A Seleção Brasileira continua na Europa até o dia 22 de maio para participar do Meeting da França e da Copa do Mundo de Manchester. Londres 2012 no Terra O Terra, maior empresa de internet da América Latina, transmitirá ao vivo e em alta definição (HD) todas as modalidades dos Jogos Olímpicos de Londres, que serão realizados entre os dias 27 de julho e 12 de agosto de 2012. Com reportagens especiais e acompanhamento do dia a dia dos atletas, a cobertura contará com textos, vídeos, fotos, debates, participação do internauta e repercussão nas redes sociais. Fonte: TERRA (SP) • BRASIL • 8/5/2012 Link: http://esportes.terra.com.br/jogos-olimpicos/londres-2012/noticias/0,,OI5762032-EI19410,00-Em+eventoteste+Brasil+leva+sete+ouros+no+atletismo+Paraolimpico.html