De quinta-feira até domingo, a elite sul-americana do Tênis em cadeira de rodas estará reunida em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), para disputar o 5º Minas Open (1). A competição contará com 35 atletas paraolímpicos do Brasil, Argentina, Chile e Colômbia divididos em chaves masculinas e femininas, em disputas de simples e duplas. Brasília estará bem representada no torneio, com Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara Azevedo da Costa. Os para-atletas embarcam amanhã para Minas Gerais e prometem dar trabalho aos adversários na busca pelo título. Atual campeão do torneio e melhor tenista paraolímpico do Brasil, Carlos Jordan nem pensa em perder essa competição — uma das mais importantes do calendário nacional por conta do nível técnico dos participantes e da pontuação para o ranking internacional. Conquistar o ouro, no entanto, não vai ser tarefa fácil. “Com a participação de jogadores sul-americanos, o nível fica bem alto. Vou fazer, com certeza, jogos difíceis. Mas estou indo para defender meus pontos, chegar à final e sair com o título”, garante Jordan. “São 98 ou 99 pontos para o campeão. Para quem está de olho na classificação para o Parapan do ano que vem, como eu estou, é importante somar essa pontuação para garantir a classificação nos jogos”, acrescentou o número 29 do mundo. Detentora do primeiro lugar no ranking feminino nacional de Tênis paraolímpico, Rejane Cândida, 33 anos, também desponta como uma das favoritas a conquistar a medalha de ouro. “Eu já fiz a final duas vezes, mas nunca ganhei. Essa competição vale uma pontuação alta e é importante participar. Acredito que tenho chances de trazer o título para casa. Para isso basta ter sorte na chave”, avalia. Rivalidade Na disputa de simples, para subir ao degrau mais alto do pódio, Rejane terá de enfrentar seis adversárias. Ao final, quem ganhar mais jogos é a campeã. A número 1 do Brasil aponta a jovem Natália Mayara, de 15 anos, como uma das principais adversárias a serem batidas. “A Natália está crescendo muito. Ela treina comigo e nos conhecemos bastante. Já duelamos algumas vezes e perdi para ela em uma oportunidade. Tudo pode acontecer”, garante Rejane. “A Rejane tem mais experiência que eu porque já jogou mais. Mas acredito que hoje estamos empatadas no nível técnico e fica difícil dizer quem é a favorita. Já ganhei dela e ela de mim, então é difícil saber o que pode acontecer”, analisa Natália Mayara. Para a atual vice-campeã do Master Cup Juvenil e segunda colocada no ranking nacional, a paciência será fundamental para quem quiser faturar o título. “Por treinarmos juntas e nos conhecermos bem acaba sendo mais difícil quando nos enfrentamos. Mas na hora H nós duas entramos para ganhar”, reforça. Mas no 5º Minas Open, Rejane e Natália não serão apenas adversárias. Como treinam juntas no Cetefe, as duas para-atletas representantes de Brasília se juntam na disputa de duplas em busca também de uma boa colocação. 1 - Torneio internacional O Minas Open é um evento internacional credenciado pela Federação Internacional de Tênis. A competição integra o circuito mundial da modalidade (NEC Wheelchair Tennis Tour), distribui premiação de 10 mil dólares e pontos para o ranking internacional de Tênis em cadeira de rodas.
terça-feira, 30 de março de 2010
Força brasiliense.
De quinta-feira até domingo, a elite sul-americana do Tênis em cadeira de rodas estará reunida em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), para disputar o 5º Minas Open (1). A competição contará com 35 atletas paraolímpicos do Brasil, Argentina, Chile e Colômbia divididos em chaves masculinas e femininas, em disputas de simples e duplas. Brasília estará bem representada no torneio, com Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara Azevedo da Costa. Os para-atletas embarcam amanhã para Minas Gerais e prometem dar trabalho aos adversários na busca pelo título. Atual campeão do torneio e melhor tenista paraolímpico do Brasil, Carlos Jordan nem pensa em perder essa competição — uma das mais importantes do calendário nacional por conta do nível técnico dos participantes e da pontuação para o ranking internacional. Conquistar o ouro, no entanto, não vai ser tarefa fácil. “Com a participação de jogadores sul-americanos, o nível fica bem alto. Vou fazer, com certeza, jogos difíceis. Mas estou indo para defender meus pontos, chegar à final e sair com o título”, garante Jordan. “São 98 ou 99 pontos para o campeão. Para quem está de olho na classificação para o Parapan do ano que vem, como eu estou, é importante somar essa pontuação para garantir a classificação nos jogos”, acrescentou o número 29 do mundo. Detentora do primeiro lugar no ranking feminino nacional de Tênis paraolímpico, Rejane Cândida, 33 anos, também desponta como uma das favoritas a conquistar a medalha de ouro. “Eu já fiz a final duas vezes, mas nunca ganhei. Essa competição vale uma pontuação alta e é importante participar. Acredito que tenho chances de trazer o título para casa. Para isso basta ter sorte na chave”, avalia. Rivalidade Na disputa de simples, para subir ao degrau mais alto do pódio, Rejane terá de enfrentar seis adversárias. Ao final, quem ganhar mais jogos é a campeã. A número 1 do Brasil aponta a jovem Natália Mayara, de 15 anos, como uma das principais adversárias a serem batidas. “A Natália está crescendo muito. Ela treina comigo e nos conhecemos bastante. Já duelamos algumas vezes e perdi para ela em uma oportunidade. Tudo pode acontecer”, garante Rejane. “A Rejane tem mais experiência que eu porque já jogou mais. Mas acredito que hoje estamos empatadas no nível técnico e fica difícil dizer quem é a favorita. Já ganhei dela e ela de mim, então é difícil saber o que pode acontecer”, analisa Natália Mayara. Para a atual vice-campeã do Master Cup Juvenil e segunda colocada no ranking nacional, a paciência será fundamental para quem quiser faturar o título. “Por treinarmos juntas e nos conhecermos bem acaba sendo mais difícil quando nos enfrentamos. Mas na hora H nós duas entramos para ganhar”, reforça. Mas no 5º Minas Open, Rejane e Natália não serão apenas adversárias. Como treinam juntas no Cetefe, as duas para-atletas representantes de Brasília se juntam na disputa de duplas em busca também de uma boa colocação. 1 - Torneio internacional O Minas Open é um evento internacional credenciado pela Federação Internacional de Tênis. A competição integra o circuito mundial da modalidade (NEC Wheelchair Tennis Tour), distribui premiação de 10 mil dólares e pontos para o ranking internacional de Tênis em cadeira de rodas.
segunda-feira, 22 de março de 2010
CPB renova contrato com a Loterias Caixa
Aumento de 25% no patrocínio.
O Comitê Paraolímpico Brasileiro tem a felicidade de anunciar a renovação e ampliação do contrato de patrocínio com a Loterias Caixa. O acordo deste ano traz novidades significativas para o esporte paraolímpico brasileiro.
Além de aumentar em quase 25% o valor do patrocínio, que agora é de R$ 9 milhões anuais, o que permitiu ao CPB elevar o número de atletas beneficiados, de 21 para 28.
A grande novidade é a inclusão do futebol de 5, modalidade para deficientes visuais, no contrato, que antes beneficiava a natação, atletismo e halterofilismo.
“O CPB está muito satisfeito em renovar esta parceria que vem desde 2004. Principalmente pela evolução do contrato e pelo crescente envolvimento da Loterias Caixa com o movimento Paraolímpico, comprovada com a inclusão do Futebol de 5. Esta parceria foi fundamental para alcançarmos os resultados dos últimos anos e esperamos que ela perdure por muitos anos”, comemora Andrew Parsons, Presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro.
O acordo também se destina a realização de vários eventos regionais, nacionais e internacionais.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Distrito Federal lança preparatória da III Conferência Nacional do Esporte.
segunda-feira, 15 de março de 2010
Meu novo corpo.
quinta-feira, 11 de março de 2010
Esporte de superação.
REVISTA LANCE A (SP) • NOTÍCIA • 10/3/2010
Depois de conhecer a trajetória do super campeão Daniel Dias na A+ deste mês, saiba um pouco mais sobre a história do esporte paraolímpico no Brasil e no mundo.
As primeiras notícias que se tem do Esporte paraolímpico é ainda do século 19, com a existência de clubes esportivos dedicados a pessoas surdas, em Berlim, na Alemanha. Depois disso, foi criada a Organização Mundial de Esportes para Surdos (CISS), em 1922, que chagou a organizar competições exclusivas para esse tipo de deficientes. Hoje, porém, os surdos costumam competir junto aos atletas sem deficiência e não possui modalidades no programa paraolímpico.Com o fim da 2ª Guerra Mundial, em 1945, o Esporte entre deficientes teve uma evolução maior, já que houve um grande número de combatentes que sofreram lesões e ficaram paraplégicos ou tetraplégicos, o que influenciou no início de um trabalho de reabilitação médica e social desses veteranos de guerra por meio de práticas esportivas.A primeira competição paraolímpica aconteceu em Stoke Mandeville, em dia 29 de julho de 1948 (mesmo dia da Cerimônia de Abertura da Olimpíada de Londres). Quatro anos depois, atletas holandeses também competiram, fazendo com que surgisse um movimento internacional, hoje chamado de Movimento paraolímpico. A primeira Paraolimpíada foi em Roma, 1960. Os Jogos de Londres, em 2012, serão a 14ª edição da competição.No Brasil, o Esporte paraolímpico começou a ser praticado em 1958, quando, no dia 1º de abril, no Rio de Janeiro, o cadeirante Robson Sampaio de Almeida, inspirado por um tratamento que foi fazer nos EUA, fundou o Clube do Otimismo. Em 28 de julho, o deficiente Sérgio Seraphin Del Grande, entusiasmado pelo mesmo motivo, criou o Clube dos Paraplégicos de São Paulo. A data foi escolhida para homenagear os dez anos de Stoke Mandeville.A primeira participação do Brasil em uma competição internacional foi nos Jogos Parapanamericanos de Buenos Aires, em 1969. Três anos depois, o Brasil teve uma delegação em sua primeira Paraolimpíada, nos Jogos de Heidelberg, na Alemanha. Em 1975, foi criada a Associação Nacional de Desporto de Excepcionais, atual Associação Nacional de Desporto de Deficientes (ANDE). Em 1978, o Brasil sediou a quinta edição dos Jogos Parapan-Americanos, no Rio de Janeiro, com participação exclusiva de cadeirantes.Hoje, o Brasil já pode ser considerado uma potência no Esporte paraolímpico. Nos Jogos de Pequim, em 2008, o nadador Daniel Dias, de 21 anos, foi o atleta com mais conquistas naquela edição das paraolimpíadas. Em sua estreia na competição, subiu ao pódio em todas as provas que disputou, ganhando nove medalhas, sendo quatro delas de ouro, e quebrando três recordes mundiais.
Espaço para todos !!!
CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 11/3/2010 - Por Renata Meliga
A Maratona Brasília de Revezamento, realizada pelo Correio, é um evento que tem espaço para grande diversidade de atletas. As equipes são: mista, feminina, masculina e adaptada. Esta é dividida em dois ramos: cadeirante e andante. No ano passado, aproximadamente 100 pessoas com algum tipo de deficiência participaram da prova. A expectativa da organização do evento é que o número aumente este ano. atleta profissional, Ariosvaldo Fernandes ganhou o primeiro lugar na Maratona Brasília de Revezamento, ao lado do corredor Wendel Silva, na categoria cadeirante. Eles correram pelo Centro de Educação Física Especial (Cefete), local onde treinam diariamente. A dupla pratica exercícios de segunda a sexta-feira na parte da manhã. Três vezes por semana, o treinamento é feito na pista de atletismo. Na terça e na quinta-feira, eles praticam musculação e natação. Ariosvaldo tem muitos títulos na carreira. Ele conseguiu a medalha de ouro dos 100m (T52/53) no Pan-Americano de 2007, no Rio de Janeiro. Além disso, foi finalista na mesma categoria nos Jogos paraolímpicos de 2008, em Pequim, na China. “O meu maior objetivo é participar de mais uma Paraolimpíada”, conta o para-atleta. Velocidade Ele pratica o Esporte há 10 anos e sua especialidade é a velocidade. “Sou velocista, mas participo da Maratona de Revezamento para relaxar e ajudar a equipe do Cetefe”, afirma. “O Wendel não tinha companheiro no ano passado e eu resolvi ajudar”, revela. Referência no país Brasília é referência na preparação de atletas com deficiência física. O Centro de Educação Física Especial (Cetefe) promove a inserção social da pessoa com deficiência desde 1990 e atende gratuitamente pessoas com deficiência física, auditiva, intelectual e visual. São 17 modalidades oferecidas pelo Centro, entre elas: natação, atletismo, tiro com arco, Tênis em cadeira de rodas, Basquete em cadeira de rodas, Ciclismo, futsal e vôlei paraolímpico. O profissional de educação física e coordenador-geral do Cefete, Ulisses de Araújo, destaca a importância da Maratona Brasília de Revezamento. “A prova é um evento festivo que faz a inclusão social. Além disso, temos a oportunidade de mostrar para o povo o trabalho que desenvolvemos. Hoje, o Cefete tem os quatro melhores atletas do ranking nacional e três deles também são os melhores do ranking internacional”, afirma Ulisses. O Cetefe é assistido por profissionais de educação física, médico, fisioterapeuta, psicólogo e nutricionista, com assistência gratuita para aproximadamente mil pessoas com deficiência. Atualmente são 11 núcleos em todo o Distrito Federal. Quem tiver interesse pode entrar em contato pelo telefone 2020-3434, ou pelo e-mail: cetefe.df@gmail.com Saiba maisInscrições para categoria adaptada Os atletas serão inscritos pelo Cetefe. A avaliação funcional para a montagem das equipes será em 14 e 15 de abril. Informações pelo telefone 8116-0820.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Brasil chega nesta quarta classificado para o Mundial dos EUA.
As delegações brasileiras de vôlei paraolímpico desembarcam nesta quarta-feira às 11h30 em Cumbica com o sabor de missão cumprida no Pan-Americano encerrado na noite de segunda-feira em Denver, no Colorado (EUA). A Seleção Masculina foi campeã invicta, com duas vitórias sobre os Estados Unidos e outras duas sobre o Canadá; e a Seleção Feminina retorna com a medalha de prata, com duas derrotas para as donas da casa e duas vitórias sobre as canadenses. Os resultados garantiram as duas seleções nacionais no Mundial marcado para o mês de julho, em Oklahoma, ao lado dos Estados Unidos, que já estavam pré-classificados por sediarem o próximo campeonato. Nas finais de ontem (8) à noite, o Masculino, que não perdeu nenhum set no triangular, confirmou o favoritismo com 3 a 0 sobre os EUA (25-15, 25-05 e 25-22), enquanto as garotas perderam para o mesmo adversário também em três sets (14-25, 16-25 e 17-25). Os campeões: Renato de Oliveira, Deivisson Ladeira dos Santos, Wellington Platini Silva da Anunciação, Rogério Silva Camargo e Giovani Eustáquio de Freitas (todos da Nossa Caixa / Cruz de Malta / SP); Vagner Batista da Silva, Augusto Santos da Silva, Claudio Irineu Shokito da Silva, e Gilberto Lourenço da Silva (do SESI/SP, de Suzano); Guilherme Borrajo, Diogo Rebouças e Wescley e Conceição de Oliveira (da Andef/Niterói). A Comissão Técnica tem Célio Cesar Mediato (técnico), e é formada também pelo assistente Adriano Silvestrin, o fisioterapeuta Rafael Gnecco de Proença e os auxiliares Klayton Silva Oliveira e Ubiratan Curupaná. As medalhas de prata: Janaina Petit, Suelen Cristine, Natalie Filomena, Silvana Fatima e Aderlandi Borges (todas do SESI/SP, de Suzano); Ana Paula e Consuelo Bezerra (Andef/RJ); Elessandra Rejane, Jani Freutas, Graciana Moerira e Adria de Jesus (Adfego/GO). O técnico é Alexandre Medeiros (Andef/RJ), auxiliado por Ronaldo Gonçalves (SESI/SP), Luciana de Miranda (MG) e Tatiana Velasco (SESI/SP).