Na Praia do Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro, jovens pegam onda no mar. Na areia, muletas e perna mecânica. Diferente? No trecho de praia já é comum. A dona de casa Ana Paula Cândido teve uma das pernas amputada depois de um acidente. “Antes, eu tinha vergonha até mesmo de sair de casa e de fazer as coisas. Hoje não”, contou. Para quem usa cadeira de rodas, a areia é um grande obstáculo. “Não adianta vir à praia para a gente ficar olhando, porque só dá inveja”, comenta um jovem. A costa brasileira é quase toda cheia de praia. Chega quem quer, é um lugar democrático. Mas, para os portadores de deficiência física, muitas vezes o lazer termina no calçadão. São raras as praias que tem a placa de acesso a quem precisa. No Rio, só há duas esteiras próprias para portadores de necessidades especiais. Henrique, que usa muletas, não se contentou só com o calçadão. Junto com amigos, criou a ONG AdaptSurf. A prefeitura forneceu alguns equipamentos, e o resto foi a boa vontade do jovem.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Daniel Dias e Josiane Lima foram os melhores atletas paraolímpicos do ano
Vejam os os vencedores do Prêmio Brasil Olímpico 2009
Antes das duas principais premiações da noite desta segunda-feira no Maracanãzinho, o COB também premiou com Prêmio Brasil Olímpico os melhores atletas brasileiros em cada esporte olímpico.
Alguns dos destaques foram o nadador César Cielo, primeiro nadador a vencer duas provas em um Mundial de Natação, o ginasta Diego Hypolito, tetracampeão da Copa do Mundo de Ginástica em 2009, a jogadora Marta, que recebeu nesta segunda na Suíça pela quarta vez consecutiva o prêmio de melhor jogadora de futebol do mundo da FIFA, a judoca Sarah Menezes, vencedora de sete medalhas internacionais na sua categoria no esporte, e o velejador Torben Grael, que foi eleito pela Federação Internacional de Vela como o melhor do ano no esporte.
A remadora catarinense Josiane Lima e o nadador Daniel Dias foram escolhidos os melhores atletas paraolímpicos do ano.
- Confira os 42 melhores atletas olímpicos em cada esporte e os outros premiados da noite:
Atletismo: Fabiana Murer
Esgrima: Cleia Guilhon
Ginástica Artística: Diego Hypolito
Ginástica de Trampolim: Taíssa Garcia
Natação sicronizada: Nayara Figueira
Ciclismo estrada: Murilo Fisher
Badminton: Daniel Paiola
Canoagem Slalom: Poliana de Paula
Triatlo: Reinaldo Colucci
judô: Sarah Menezes
futebol: Marta
Saltos Ornamentais: César Castro
Hipismo adestramento: Luiza Almeira
Futsal: Tiago Marinho
basquete: Anderson Varejão
Taekondo: Natália Falavigna
Ciclismo moutain bike: Edivando Cruz
Ciclismo Pista: Marcos Novello
Ciclismo BMX: Renato Resnde
Levantamento de Peso: Rosane Santos
Natação: César Cielo
Tênis: Thiago Bellucci
Tênis de Mesa: Thiago Monteiro
Desportos no Gelo: Kevin Alves
Handebol: Jaqueline Anastácio
Tiro com arco: Brunna Araújo
Vela: Torben Grael
Róquei: Djenifer Soares
vôlei de praia: Harley Marques
Canoagem Velocidade: Nivalter Santos de Jesus
Pentatlo Moderno: Yane Marques
Hipismo - Saltos: Rodrigo Pessoa
Lutas: Laís Nunes
tiro esportivo: Ana Luiza Ferrão
Desportos na Neve: Maya Harrison
Boxe: Everton Lopes
Ginástica Rítima: Ana Paula Scheffer
Maratona Aquática: Poliana Okimoto
Hipismo CCE: Serguei Fofanoff
vôlei: Fabiana Claudino
Polo Aquático: Marina Canetti
Remo: Ailson Eraclito Silva
- Olimpíadas escolares de 2009 (13-14 anos):
Carolina Bilici (Natação)
Hugo Caldeirano (Tênis de mesa)
- Olimpíadas escolares 2009 (15-17 anos):
Carolina Bergamaschi (Natação)
Willian Braido (Atletismo)
- Jogos Universitários 2009:
Natália Falavigna (Taekondo)
Diogo Silva (Taekondo)
Prêmio Adhemar Ferreira da Silva:
Joaquim Cruz (Atletismo)
Melhores técnicos:
Walquiria Campelo (Atletismo)
Renato Araújo (Diego Hypolito)
Ricardo Cintra (Poliana Okimoto)
Brett Hawke (César Cielo)
- Melhores atletas paraolímpicos:
Josiane Lima (feminino)
Daniel Dias (masculino)
- Prêmio mérito Rio-2016:
Orlando Silva (ministro dos esportes)
Eduardo Paes (prefeito do Rio de Janeiro/RJ)
Sérgio Cabral (governador do Rio de Janeiro)
Carlos Alberto Osório (presidente do Comitê Rio-2016)
Carlos Arthur Nuzman (presidente do COB)
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente do Brasil)
Antes das duas principais premiações da noite desta segunda-feira no Maracanãzinho, o COB também premiou com Prêmio Brasil Olímpico os melhores atletas brasileiros em cada esporte olímpico.
Alguns dos destaques foram o nadador César Cielo, primeiro nadador a vencer duas provas em um Mundial de Natação, o ginasta Diego Hypolito, tetracampeão da Copa do Mundo de Ginástica em 2009, a jogadora Marta, que recebeu nesta segunda na Suíça pela quarta vez consecutiva o prêmio de melhor jogadora de futebol do mundo da FIFA, a judoca Sarah Menezes, vencedora de sete medalhas internacionais na sua categoria no esporte, e o velejador Torben Grael, que foi eleito pela Federação Internacional de Vela como o melhor do ano no esporte.
A remadora catarinense Josiane Lima e o nadador Daniel Dias foram escolhidos os melhores atletas paraolímpicos do ano.
- Confira os 42 melhores atletas olímpicos em cada esporte e os outros premiados da noite:
Atletismo: Fabiana Murer
Esgrima: Cleia Guilhon
Ginástica Artística: Diego Hypolito
Ginástica de Trampolim: Taíssa Garcia
Natação sicronizada: Nayara Figueira
Ciclismo estrada: Murilo Fisher
Badminton: Daniel Paiola
Canoagem Slalom: Poliana de Paula
Triatlo: Reinaldo Colucci
judô: Sarah Menezes
futebol: Marta
Saltos Ornamentais: César Castro
Hipismo adestramento: Luiza Almeira
Futsal: Tiago Marinho
basquete: Anderson Varejão
Taekondo: Natália Falavigna
Ciclismo moutain bike: Edivando Cruz
Ciclismo Pista: Marcos Novello
Ciclismo BMX: Renato Resnde
Levantamento de Peso: Rosane Santos
Natação: César Cielo
Tênis: Thiago Bellucci
Tênis de Mesa: Thiago Monteiro
Desportos no Gelo: Kevin Alves
Handebol: Jaqueline Anastácio
Tiro com arco: Brunna Araújo
Vela: Torben Grael
Róquei: Djenifer Soares
vôlei de praia: Harley Marques
Canoagem Velocidade: Nivalter Santos de Jesus
Pentatlo Moderno: Yane Marques
Hipismo - Saltos: Rodrigo Pessoa
Lutas: Laís Nunes
tiro esportivo: Ana Luiza Ferrão
Desportos na Neve: Maya Harrison
Boxe: Everton Lopes
Ginástica Rítima: Ana Paula Scheffer
Maratona Aquática: Poliana Okimoto
Hipismo CCE: Serguei Fofanoff
vôlei: Fabiana Claudino
Polo Aquático: Marina Canetti
Remo: Ailson Eraclito Silva
- Olimpíadas escolares de 2009 (13-14 anos):
Carolina Bilici (Natação)
Hugo Caldeirano (Tênis de mesa)
- Olimpíadas escolares 2009 (15-17 anos):
Carolina Bergamaschi (Natação)
Willian Braido (Atletismo)
- Jogos Universitários 2009:
Natália Falavigna (Taekondo)
Diogo Silva (Taekondo)
Prêmio Adhemar Ferreira da Silva:
Joaquim Cruz (Atletismo)
Melhores técnicos:
Walquiria Campelo (Atletismo)
Renato Araújo (Diego Hypolito)
Ricardo Cintra (Poliana Okimoto)
Brett Hawke (César Cielo)
- Melhores atletas paraolímpicos:
Josiane Lima (feminino)
Daniel Dias (masculino)
- Prêmio mérito Rio-2016:
Orlando Silva (ministro dos esportes)
Eduardo Paes (prefeito do Rio de Janeiro/RJ)
Sérgio Cabral (governador do Rio de Janeiro)
Carlos Alberto Osório (presidente do Comitê Rio-2016)
Carlos Arthur Nuzman (presidente do COB)
Luiz Inácio Lula da Silva (presidente do Brasil)
sábado, 19 de dezembro de 2009
Brasiliense entre os 30 do mundo no Tênis em Cadeira de Rodas
O tênis brasileiro vive seu melhor momento, desde 2004, em todas as modalidades. O tênis em cadeira de rodas, um dos motivos de superação para os atletas que o praticam, também entrou para história do tênis nacional nesta semana. Depois de faturar 6 títulos em torneios internacionais em 2009, o número um do Brasil na modalidade cadeirantes, Carlos Santos, mais conhecido como “Jordan”, alcançou sua meta: a de configurar entre os 30 melhores tenistas do mundo, fato que jamais um brasileiro conseguiu alcançar na história do tênis do país.
No início do mês Jordan foi homenageado no Prêmio Tênis, um evento promovido pela Revista Tênis e pela parceria CBT/Correios. Na ocasião ele recebeu o troféu de melhor tenista cadeirante de 2009, depois de um trabalho árduo no Brasil e fora dele. “Acho que receber o Prêmio Tênis e estar entre os Top 30 do mundo é um oportunidade de mostrar aos nossos patrocinadores, imprensa e aos técnicos, que estamos trabalhando muito” disse o Top 30 do mundo e dono da medalha de ouro nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro em 2007, ao lado do seu parceiro Maurício Pommê, “Desde 2004 estamos trabalhando muito para o crescimento do nosso esporte. Conseguimos o ouro nos jogos Parapan-americano no Rio e vencemos torneios internacionais importantes ao logo da caminhada”, completou o tenista que mora em Brasília.
Nesta temporada o número um do país faturou os troféus de campeão em dois torneios em Buenos Aires (ARG) e mais quatro no Brasil – três em Belo Horizonte (MG) e um em Vitória(ES). Jordan ainda ajudou o país a conquistar vaga para principal divisão do Mundial de Cadeirantes, que será disputada em 2010 na Turquia. A equipe, que ainda teve Maurício Pommê e Daniel Rodrigues como titulares, terminou o Grupo II da competição, que nesta temporada foi disputada em Nottingham, na Inglaterra, em terceiro lugar.
Para o vice–presidente da CBT, Jesus Tajra, ter um tenista entre os Top 30 é retorno de muito trabalho feito nos últimos anos, inclusive na elaboração do calendário da ITF. “Este ano, o Brasil fez um número inédito de torneios internacionais. Isso ajudou os nossos atletas a disputarem torneios de alto nível sem sair de casa. Mesmo os que acontecem fora do país, a Confederação Brasileira de Tênis e o Comitê Paraolímpico Brasileiro apóiam os jogadores durante as viagens. Em 2010 esse apoio continua e o número de torneios internacionais no Brasil vai aumentar”, afirmou Tajra, que atualmente é o intermediário entre CBT e CPB e acompanha os jogos dos melhores do Brasil de perto.
Fonte: Assessoria de Imprensa CBT
No início do mês Jordan foi homenageado no Prêmio Tênis, um evento promovido pela Revista Tênis e pela parceria CBT/Correios. Na ocasião ele recebeu o troféu de melhor tenista cadeirante de 2009, depois de um trabalho árduo no Brasil e fora dele. “Acho que receber o Prêmio Tênis e estar entre os Top 30 do mundo é um oportunidade de mostrar aos nossos patrocinadores, imprensa e aos técnicos, que estamos trabalhando muito” disse o Top 30 do mundo e dono da medalha de ouro nas Paraolimpíadas do Rio de Janeiro em 2007, ao lado do seu parceiro Maurício Pommê, “Desde 2004 estamos trabalhando muito para o crescimento do nosso esporte. Conseguimos o ouro nos jogos Parapan-americano no Rio e vencemos torneios internacionais importantes ao logo da caminhada”, completou o tenista que mora em Brasília.
Nesta temporada o número um do país faturou os troféus de campeão em dois torneios em Buenos Aires (ARG) e mais quatro no Brasil – três em Belo Horizonte (MG) e um em Vitória(ES). Jordan ainda ajudou o país a conquistar vaga para principal divisão do Mundial de Cadeirantes, que será disputada em 2010 na Turquia. A equipe, que ainda teve Maurício Pommê e Daniel Rodrigues como titulares, terminou o Grupo II da competição, que nesta temporada foi disputada em Nottingham, na Inglaterra, em terceiro lugar.
Para o vice–presidente da CBT, Jesus Tajra, ter um tenista entre os Top 30 é retorno de muito trabalho feito nos últimos anos, inclusive na elaboração do calendário da ITF. “Este ano, o Brasil fez um número inédito de torneios internacionais. Isso ajudou os nossos atletas a disputarem torneios de alto nível sem sair de casa. Mesmo os que acontecem fora do país, a Confederação Brasileira de Tênis e o Comitê Paraolímpico Brasileiro apóiam os jogadores durante as viagens. Em 2010 esse apoio continua e o número de torneios internacionais no Brasil vai aumentar”, afirmou Tajra, que atualmente é o intermediário entre CBT e CPB e acompanha os jogos dos melhores do Brasil de perto.
Fonte: Assessoria de Imprensa CBT
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
QUEM FOI PREMEADO DO BASQUETEBOL EM CADEIRA DE RODAS???
Prêmio Brasil Paraolímpico
Daniel Dias e Josiane Lima brilham no Prêmio Brasil paraolímpico de 2009Em noite de festa no Rio de Janeiro, o Prêmio Brasil paraolímpico 2009 reforçou o status de superatleta do nadador Daniel Dias. Após conquistar oito medalhas de ouro no Mundial da semana passada, ele foi eleito, por voto popular, nesta terça-feira o melhor atleta masculino do ano, a exemplo do que tinha acontecido em 2008. Entre as mulheres, o troféu ficou com a remadora Josiane Lima, vice-campeã mundial na Polônia. Concedido pelo Instituto Superar, o prêmio reuniu a elite do esporte paraolímpico brasileiro em cerimônia realizada na Barra da Tijuca.
Feira para deficientes físicos.
Feira tecnológica expõe produtos para portadores de necessidades especiais e deficientes físicos. Uma perna mecânica, por exemplo, exibe 50 mil opções de velocidade. Ela é usada por uma maratonista que venceu a São Silvestre. Outros equipmamentos também foram apresentados. No Brasil, o público potencial desta feira é de 25 milhões.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Brasil em alto nível
Comandados pela dupla Andre Brasil e Daniel Dias, o Brasil terminou o Campeonato Mundial Paraolímpico em Piscina Curta, no Parque Aquático Julio Delamare, com 44 medalhas no total, sendo 20 de ouro. Para manter a tradição, Daniel (S5) e Andre (S10) venceram e bateram recordes mundiais em suas provas individuais neste sábado, último dia de competições, mas a vitória mais emocionante foi de Carlos Farremberg, o Carlão, nos 100m livre na classe S13, para deficientes visuais.
Ao final de sete dias de provas, o Brasil terminou em quarto lugar no quadro de medalhas, empatados em número de ouros com os Estados Unidos. A Rússia ficou em primeiro, com 52 medalhas (34 ouros, 12 pratas e seis bronzes), seguida por Austrália, com 55 (23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes), Estados Unidos, com 51 (20 ouros, 20 pratas e 11 bronzes) e Brasil, com 44 (20 ouros, 10 pratas e 14 bronzes). No último Mundial de piscina de 50 metros, em 2005, o Brasil ficara na quinta colocação.
Na prova mais emocionante do dia, com direito a muita vibração e choro da família na torcida, Carlão assumiu a liderança nos últimos cinqüenta metros e ainda bateu o recorde mundial, com o tempo de 53s52.
"Quando saí da piscina ouvi que tinha ficado em terceiro, depois do anúncio oficial percebi que tinha ganhado e batido o recorde. Ainda não caiu a ficha. É a primeira vez que quebro um recorde mundial, disse Carlão, muito emocionado, abraçado pelo pai Ernest, a mãe Maria Lúcia e mulher Tatiana".
Daniel Dias e Andre Brasil cumpriram exatamente o que prometeram: venceram e bateram recordes mundiais em todas as provas que disputaram, sendo responsáveis por 15 medalhas de ouro. Daniel terminou a competição com oito ouros, enquanto Andre conquistou sete. Neste sábado, quem vibrou primeiro foi Daniel, vencendo os 200m livre, com o tempo de 2m29s85, na segunda prova do programa. Andre, por sua vez, não deu chances aos adversários nos 100m livre, estabelecendo a nova marca para a distância com 48s70.
“O campeonato foi fantástico em todos os aspectos, e o Brasil muito bem. Terminei esta prova muito cansado, mas depois de sete dias de competição, nadando todo dia, não tinha outra forma. Mesmo assim estou muito feliz com o tempo e com o recorde nesta prova”, disse Daniel, que entre todas vitórias elegeu a dos 100m peito como a mais gratificante. “Teve um gosto especial por ter me dado a oportunidade de vencer o espanhol que me derrotara em Pequim. Foi uma prova especial."
“Estou satisfeito porque consegui alcançar meu objetivo em termos de vitórias, mesmo assim, a satisfação não foi total, pois nos 50m e nos 100m livre eu queria ter feito tempos ainda melhores. Neste último dia eu sabia que o maior adversário seria o cansaço. Entre eliminatórias e finais, entrei na água 16 vezes”, disse Andre, que chegou a passar mal no final das competições neste sábado.
Murilo Barreto, treinador da seleção brasileira, também comemorou o resultado:
“Foi muito além do imaginávamos. Creio que por ser no Brasil, com apoio da família e da torcida, os atletas se superaram. É importante destacar a preparação que foi feita durante todo o ano, essencial para termos os resultados que vimos aqui."
Para Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar e do Comitê Organizador, o Mundial foi um divisor de águas no esporte paraolímpico brasileiro:
“O Mundial foi uma realização histórica para o esporte paraolímpico brasileiro e alcançou todos os nossos objetivos. A partir de hoje existe um novo parâmetro para eventos paraolímpicos no Brasil. Alcançamos nossos objetivos de qualidade tanto na parte técnica, para atletas e participantes, quanto para público e convidados. Queremos que outras competições aconteçam na cidade.”
Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro e membro do Comitê Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, acredita que o Mundial é uma boa sinalização para os Jogos Paraolímpicos de 2016.
“É uma grande satisfação, poucas semanas depois de o Rio ganhar a disputa pela sede dos Jogos de 2016, ter a certeza de que podemos entregar um evento de altíssimo nível. Foi um excelente primeiro passo rumo a 2016”.
Das 21 finais disputadas no último dia do Mundial Paraolímpico de Natação apenas em uma prova, o 200 metros medley feminino classe SM13, não houve quebra de recorde mundial. Os nadadores que mais contribuíram para este feito foram os australianos. O país, que disputava a terceira posição no quadro de medalhas com o Brasil, faturou seis medalhas de ouro - com cinco recordes mundiais: no revezamento 4x100m Medley - Masculino 34 pontos; nos 100 metros peito masculino, classe SB7; nos 100 metros livre masculino, classe S9; nos 50 metros borboleta masculino, classe S7 e nos 200 metros medley masculino, classe SM8; além de três pratas e um bronze. Com esse desempenho, a Austrália assegurou a segunda colocação no quadro de medalhas com 23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes. Outros países que se destacaram neste sábado foram a Grã-Bretanha com quatro ouros, duas pratas e três bronzes e a Rússia com quatro ouros, cinco pratas e dois bronzes.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro/Media Guide ComunicaçãoCPB: Thiago Ypiranga (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/ 61 8... )Daniel Brito (daniel.brito@cpb.org.br)Diogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149 )Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123 )
Ao final de sete dias de provas, o Brasil terminou em quarto lugar no quadro de medalhas, empatados em número de ouros com os Estados Unidos. A Rússia ficou em primeiro, com 52 medalhas (34 ouros, 12 pratas e seis bronzes), seguida por Austrália, com 55 (23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes), Estados Unidos, com 51 (20 ouros, 20 pratas e 11 bronzes) e Brasil, com 44 (20 ouros, 10 pratas e 14 bronzes). No último Mundial de piscina de 50 metros, em 2005, o Brasil ficara na quinta colocação.
Na prova mais emocionante do dia, com direito a muita vibração e choro da família na torcida, Carlão assumiu a liderança nos últimos cinqüenta metros e ainda bateu o recorde mundial, com o tempo de 53s52.
"Quando saí da piscina ouvi que tinha ficado em terceiro, depois do anúncio oficial percebi que tinha ganhado e batido o recorde. Ainda não caiu a ficha. É a primeira vez que quebro um recorde mundial, disse Carlão, muito emocionado, abraçado pelo pai Ernest, a mãe Maria Lúcia e mulher Tatiana".
Daniel Dias e Andre Brasil cumpriram exatamente o que prometeram: venceram e bateram recordes mundiais em todas as provas que disputaram, sendo responsáveis por 15 medalhas de ouro. Daniel terminou a competição com oito ouros, enquanto Andre conquistou sete. Neste sábado, quem vibrou primeiro foi Daniel, vencendo os 200m livre, com o tempo de 2m29s85, na segunda prova do programa. Andre, por sua vez, não deu chances aos adversários nos 100m livre, estabelecendo a nova marca para a distância com 48s70.
“O campeonato foi fantástico em todos os aspectos, e o Brasil muito bem. Terminei esta prova muito cansado, mas depois de sete dias de competição, nadando todo dia, não tinha outra forma. Mesmo assim estou muito feliz com o tempo e com o recorde nesta prova”, disse Daniel, que entre todas vitórias elegeu a dos 100m peito como a mais gratificante. “Teve um gosto especial por ter me dado a oportunidade de vencer o espanhol que me derrotara em Pequim. Foi uma prova especial."
“Estou satisfeito porque consegui alcançar meu objetivo em termos de vitórias, mesmo assim, a satisfação não foi total, pois nos 50m e nos 100m livre eu queria ter feito tempos ainda melhores. Neste último dia eu sabia que o maior adversário seria o cansaço. Entre eliminatórias e finais, entrei na água 16 vezes”, disse Andre, que chegou a passar mal no final das competições neste sábado.
Murilo Barreto, treinador da seleção brasileira, também comemorou o resultado:
“Foi muito além do imaginávamos. Creio que por ser no Brasil, com apoio da família e da torcida, os atletas se superaram. É importante destacar a preparação que foi feita durante todo o ano, essencial para termos os resultados que vimos aqui."
Para Marcos Malafaia, presidente do Instituto Superar e do Comitê Organizador, o Mundial foi um divisor de águas no esporte paraolímpico brasileiro:
“O Mundial foi uma realização histórica para o esporte paraolímpico brasileiro e alcançou todos os nossos objetivos. A partir de hoje existe um novo parâmetro para eventos paraolímpicos no Brasil. Alcançamos nossos objetivos de qualidade tanto na parte técnica, para atletas e participantes, quanto para público e convidados. Queremos que outras competições aconteçam na cidade.”
Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Brasileiro e membro do Comitê Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional, acredita que o Mundial é uma boa sinalização para os Jogos Paraolímpicos de 2016.
“É uma grande satisfação, poucas semanas depois de o Rio ganhar a disputa pela sede dos Jogos de 2016, ter a certeza de que podemos entregar um evento de altíssimo nível. Foi um excelente primeiro passo rumo a 2016”.
Das 21 finais disputadas no último dia do Mundial Paraolímpico de Natação apenas em uma prova, o 200 metros medley feminino classe SM13, não houve quebra de recorde mundial. Os nadadores que mais contribuíram para este feito foram os australianos. O país, que disputava a terceira posição no quadro de medalhas com o Brasil, faturou seis medalhas de ouro - com cinco recordes mundiais: no revezamento 4x100m Medley - Masculino 34 pontos; nos 100 metros peito masculino, classe SB7; nos 100 metros livre masculino, classe S9; nos 50 metros borboleta masculino, classe S7 e nos 200 metros medley masculino, classe SM8; além de três pratas e um bronze. Com esse desempenho, a Austrália assegurou a segunda colocação no quadro de medalhas com 23 ouros, 18 pratas e 14 bronzes. Outros países que se destacaram neste sábado foram a Grã-Bretanha com quatro ouros, duas pratas e três bronzes e a Rússia com quatro ouros, cinco pratas e dois bronzes.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paraolímpico Brasileiro/Media Guide ComunicaçãoCPB: Thiago Ypiranga (Thiago.ypiranga@cpb.org.br/ 61 3031 3035/ 61 8... )Daniel Brito (daniel.brito@cpb.org.br)Diogo Mourão (diogo@mediaguide.com.br / 21 8301-0149 )Manoela Penna (manoela@mediaguide.com.br) / 21 8301-0123 )
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Mundial Paraolimpico de Natação - Rio 2009.

Mascote oficial do Swimming Rio 2009
Este é o Otto, o polvo mascote oficial do Mundial de Piscina Curta (25m). Por um problema de má-formação congênita, ele nasceu com apenas seis tentáculos. Mas não por isso ele é menos feliz e disposto a praticar esportes e ter uma vida saudável.
Sobre a Natação Paraolímpica
A natação está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada em Roma (1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil começou a brilhar em Stoke Mandeville (1984), quando conquistou um ouro, cinco pratas e um bronze. Nos Jogos Paraolímpicos de Seul (1988), os atletas trouxeram um ouro, uma prata e sete bronzes. Em Barcelona (1992), a natação ganhou três bronzes. Em Atlanta (1996), o resultado foi exatamente igual à de Seul. Os Jogos de Sydney foram marcados pelo excelente desempenho da natação, que trouxe um ouro, seis pratas e quatro bronzes para o Brasil. Em Atenas, o Brasil brilhou como nunca, foram sete medalhas de ouro, três de prata e uma de bronze. No Parapan do Rio de Janeiro (2007) o Brasil ficou em segundo lugar geral da modalidade, perdendo para o Canadá, mas ficando a frente dos Estados Unidos. Foram 39 medalhas de ouro, 30 de prata e 29 de bronze.
Na nataçãocompetem atletas com todos os tipos de deficiência (física e visual) em provas como nos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional. As adaptações, são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do “tapper”, por meio de um bastão com uma ponta de espuma, quando estão se aproximando das bordas. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência. No Brasil, a modalidade é administrada pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro.
Classificação
O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
Maiores informaçõe no site oficial do Mundial:
http://www.swimmingrio2009.com.br/
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