quinta-feira, 22 de abril de 2010

Helena já pensa nos Parajasc.

Vejam a matéria abaixo sobre a competiçao Paraolimpica do Estado de Santa Catarina.

Devemos cobrar das autoridades do GDF para que realizemos nosso competição Paraolímpica tambem aqui na Capital do PAÍS.



A NOTÍCIA (SC) • CADERNOS • 22/4/2010


A nadadora e paratleta de Guaramirim, Maria Helena Eggert, já está com voltada aos Jogos Paradesportivos de Santa Catarina (Parajasc), que ocorrem em junho, em Itajaí. No fim de semana passado, ela encerrou a temporada de travessias do Circuito Mercosul com vitória na modalidade Pessoa Portadora de Necessidades Especiais (PPNE) em Itapema.


Helena vive um bom momento com o conquista de uma das duas Copas Verão de Travessia, que foram disputadas recentemente no litoral Norte.

Segundo a nadadora, “a melhor performance foi na prova disputada em São Francisco do Sul, quando consegui o primeiro lugar”, relembrou, bem-humorada.

“Um dos maiores desafios da minha vida foi em Bombinhas quando completei em primeiro lugar uma travessia noturna, em fevereiro”, destacou a paratleta.

Nos Parajasc em Itajaí, Helena Eggert deve competir em quatro provas: 50 metros livres, costas e peito e nos 100 metros livres.

“Ainda estou estudando com meu treinador se irei ou não participar dos 200 metros livres. Eu até gostaria, mas ele acha que pode ser um pouco desgastante”, comentou a nadadora, que promete representar bem Guaramirim na tradicional disputa.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Acessibilidade sem restrições.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • SUPLEMENTOS • 15/4/2010
Paula Carolina

Com o mercado de veículos como um todo, cresce o segmento voltado para os portadores de necessidades especiais, oferecendo cada vez mais diferentes e amplas possibilidades de adaptação, tanto para o motorista quanto para o conforto do passageiro. Em sua nona edição, a Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (Reatech), que começa hoje, em São Paulo — Centro de Exposições Imigrantes —, conta com nove montadoras entre os expositores, além de empresas de adaptação, serviços e áreas afins. A Citroën participa pela primeira vez e mostra quatro veículos adaptados — C3, C4 hatch, C4 Pallas e Xsara Picasso —, além de lançar o Jumper Vetrato, produzido na fábrica mineira de Sete Lagoas.

A Fiat mostra sua linha com câmbio automatizado Dualogic (Palio, Palio Weekend, Siena, Idea, Linea e Stilo), alguns liberados para test-drive. Entre as adaptações, o Linea com comando manual universal (acelerador e freio manuais) e pomo giratório no volante; um Palio e uma perua Weekend Locker com acelerador esquerdo, pomo giratório e comando manual Comfort.

Uma equipe de vendedores da GM atenderá o público, apta a informar sobre a aquisição de veículo com isenção de impostos (os portadores de necessidades especiai têm isenção de IPI, ICMS e IPVA na compra de carro 0km). Estarão expostos os modelos Meriva com câmbio Easytronic, Astra automático e Agile.

Pela Honda, Civic, Fit e City, também disponíveis para test-drive, além do importado CR-V. A Nissan mostra Grand Livina e Livina, que permitem adaptação de pomo giratório, banco móvel, acelerador e freio manuais e acelerador à esquerda. A Nissan também dará ênfase ao programa Direção Especial, lançado ano passado, com o objetivo de dirimir todas as dúvidas relativas à compra de carro com isenção fiscal. Link especial está no site da montadora (www.nissan.com.br, clicando em veículos e direção especial).

Adaptação

Em sua oitava participação no evento, a Toyota traz Corolla, SW4 e RAV4. Outro atrativo será o Túnel Toyota, um espaço com exposição de vídeos, localizado na entrada principal do centro de exposições, contando histórias de pessoas portadoras de deficiência que superaram seus limites por meio do esporte. A Toyota conta, ainda, com um programa de inclusão, com informações sobre os procedimentos para habilitação, isenção de impostos e adaptação.

Os modelos expostos no estande da VW incluem Polo Comfortline 1.6 I-Motion (automatizado), Fox Prime 1.6 I-Motion e Voyage Comfortline 1.6 I-Motion. O Polo e o Fox estarão disponíveis para teste, além de um Gol Power 1.6 I-Motion. A VW tem o Programa Mobility, que possibilita adaptações de embreagem computadorizada, freio e acelerador manuais e acelerador à esquerda. Também participam Ford e Peugeot, que não retornaram até o fechamento da edição. Outras informações sobre o evento: www.reatech.tmp.br.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Curitiba cria a Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência


No Paraná, Curitiba cria a Secretaria Especial dos Direitos das Pessoas com Deficiência, o novo orgão vai elaborar projetos para inclusão social e garantir a acessibilidade plena. E o Instituto Superar lançou um site de relacionamento para as pessoas com deficiência, a rede social Acesse está em alta com mais de mil usuários, entre os internautas está o atleta Daniel Dias.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Brasil quer atletas paraolímpicos mais bem preparados


Para isto, um centro de ciência e tecnologia desenvolve, no Rio de Janeiro, um trabalho para melhorar o desempenho dos atletas, entre eles o campeão Clodoaldo Silva.

REPÓRTER BRASIL 2ª EDIÇÃO (DF) • REPORTAGEM • 3/4/2010
Repórter: Joanna Colares

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Meta: Um quinto lugar estará bem.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES
Ananda Rope
Comitê Paraolímpico Brasileiro se reúne em Brasília e traça metas em relação ao quadro geral de medalhas dos Jogos de 2016.
Cartola promete valorizar a base
A primeira Paraolimpíada no Brasil será daqui a seis anos. Isso dá ao país 2.190 dias para planejar, estruturar e organizar um dos maiores eventos esportivos mundiais. Consciente do desafio da realização e da preparação dos atletas, o Comitê paraolímpico Brasileiro (CPB) reuniu em Brasília, durante esta semana, todas as entidades que gerem a modalidade no país para planejar os passos do segmento até 2016. Nono lugar no quadro geral de medalhas em Pequim (2008), a ordem geral é que o Brasil consiga ficar entre os sete primeiros nos Jogos de Londres (2012) e em quinto nos Jogos do Rio de Janeiro (2016). “As confederações paraolímpicas tiveram três meses para elaborar um planejamento com o foco em 2016. Eles foram apresentados, discutidos, passarão por alguns ajustes e depois serão anexados ao projeto do CPB, que será entregue até o final de abril ao ministro do Esporte (Orlando Silva)”, revelou o presidente do CPB, Andrew Parsons. Segundo o dirigente, todos os olhos e esforços serão voltados aos atletas de base (12 a 17 anos) que tenham potencial para serem ouro em 2016. “Temos a Lei Agnelo/Piva que determina que 10% da arrecadação seja destinada ao desporto escolar. Já revitalizamos a Paraolimpíada Escolar e temos trabalhado com a detecção de atletas com potencial desde cedo”, garantiu. A tenista brasiliense Natália Mayara Costa está entre os potenciais apontados por Andrew Parsons. Aos 15 anos, ela acumula os títulos de campeã individual e em dupla mista nos Jogos Parapan-Americanos da Colômbia (2009) e do Brasil Open Tênis Internacional, em Belo Horizonte (2009), além dos segundos lugares no Mundial de Tênis World Team, na Inglaterra (2009), e no ranking mundial juvenil de cadeirantes. “Ela é forte candidata a ser ouro em 2016. Uma promessa descoberta aqui em Brasília”, comentou Parsons. Incentivo ao Esporte Sancionada em 16 de julho de 2001, pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso, a lei estabelece que 2% da arrecadação bruta de todas as loterias federais do país sejam repassados ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e ao CPB. Desse montante, 85% são destinados ao COB e 15%, ao CPB. Análise da notíciaModelo ultrapassado Encontro de cartolas no Brasil é assim: traçam metas, fazem planos e continuam dependendo basicamente de financiamento público para chegarem a algum lugar. É até legítimo que o Estado fomente o desenvolvimento do Esporte, mas em um país marcado por carências extremas em áreas prioritárias, como educação e infraestrutura, além de uma epidemia de corrupção, há de se buscar caminhos alternativos. Mas sem um planejamento que consiga atrair verdadeiramente a atenção do público e do segmento empresarial, um quinto lugar estará de bom tamanho. Saiba mais Retorno dos deficientes mentais Desde a Paraolimpíada de 2000, em Sidney (Austrália), os atletas com deficiência mental foram banidos dos Jogos. Pela complexidade na identificação do problema (diferentemente de um distúrbio físico, que é visível), a categoria foi excluída depois que a seleção espanhola de Basquete conquistou o ouro com 10 jogadores que não tinham qualquer comprometimento um deles, aliás, era jornalista. “Recebemos o sinal verde para que os deficientes mentais possam voltar aos Jogos nas modalidades de natação, atletismo, Tênis de mesa e Basquete. Caberá às Federações Internacionais desenvolverem e validarem testes específicos para avaliar o grau de deficiência para cada modalidade”, ressaltou Parsons. O presidente destacou ainda que o CPB tem monitorado os paratletas mentais, sobretudo nos Circuitos paraolímpicos e nas Paraolimpíadas Escolares. Academia Paraolímpica BrasileiraSegundo Parsons, a ideia de criação de uma Academia Paraolímpica Brasileira também teve destaque na reunião. “Ela teria três pilares: capacitação de recursos humanos (formação de árbitros, treinadores, técnicos); relação institucional com o meio acadêmico (parceria com universidades no desenvolvimento de pesquisas); e publicação científica (sobre temas voltados ao Paradesporto). Temos um projeto piloto na Universidade Federal de Uberlândia e queremos, no futuro, criar pelo país Centros de Formação de Profissionais do Esporte paraolímpico. Antes disso, precisamos de demanda das confederações para a criação de cursos que, na maioria, serão ministrados à distância”, revelou. Necessidade do triplo de recursosO presidente do CPB destacou a administração sob 20 modalidades diferentes, com necessidades distintas. “Temos orçamento para 2010 de R$ 30 milhões, o que ainda é aquém da necessidade. Precisamos de R$ 90 milhões para alcançarmos nossos objetivos. Esperamos chegar a R$ 60 milhões para em 2016 conquistarmos o quinto lugar na classificação geral”, explicou. O dirigente também ressalta as ambições e o caminho a seguir: “Queremos o alto rendimento e isso exige planejamento e desenvolvimento de projetos com antecedência. Há expectativa para o aumento de recursos e para isso precisamos nos programar.”

quarta-feira, 31 de março de 2010

Basquete cadeirante é fator de inclusão social.

O ESTADO DO PARANÁ (PR) • ESPORTES • 31/3/2010

Levantar uma bandeira para a importância da inclusão do deficiente através do Esporte foi o principal fator que levou o grupo MM Mercado Móveis a apoiar a partir de 2008 equipe de Basquete sobre cadeira de rodas da Apedef Associação Pontagrossense de Esportes para Deficientes Físicos. A entidade, presidida por Noel Kostiurezko, trata também de outras modalidades como Tênis de mesa, atletismo, bocha e tiro, mas é no Basquete que tem encontrado adesão, crescimento e representatividade como modalidade coletiva adaptada.A partir de 2009, movido pela empolgação do grupo de deficientes, que treinava de forma amadora antes do investimento da empresa, o superintendente do grupo MM Mercado Móveis, Márcio Pauliki, decidiu contratar um técnico para a equipe. Ben Hur Chiconato, com passagens vitoriosas em várias seleções locais e clubes da cidade, foi o nome escolhido, e a partir daí iniciou-se um trabalho mais específico, com o objetivo de dar espírito competitivo a equipe do MM/Apedef. O primeiro grande resultado veio em novembro do ano passado, quando os pontagrossenses terminaram o estadual da modalidade com a terceira colocação. Em 2010 o projeto de estruturação da equipe foi ampliado, e hoje, além dos uniformes para treinamento, comissão técnica, orçamento para despesas em jogos e torneios, o MM/Apedef conta com 18 cadeiras especiais para a prática do Basquete.Hoje o time de Basquete do MM/Apedef conclui duas linhas bem distintas e que caminham cada vez mais próximas uma da outra. A Oportunidade Oferecida ao deficiente para que ele se descubra enquanto uma pessoa capaz e em condições de ser respeitada, e também de uma equipe competitiva, hoje com projeção nacional, que leva o nome de Ponta Grossa de forma positiva às quadra de Basquete do Brasil.

terça-feira, 30 de março de 2010

Força brasiliense.

CORREIO BRAZILIENSE (DF) • ESPORTES • 30/3/2010 Patrícia Banuth

Três atletas da cidade participam do 5º Minas Open, em Betim (MG). Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara estão na briga pelo título.

De quinta-feira até domingo, a elite sul-americana do Tênis em cadeira de rodas estará reunida em Betim, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), para disputar o 5º Minas Open (1). A competição contará com 35 atletas paraolímpicos do Brasil, Argentina, Chile e Colômbia divididos em chaves masculinas e femininas, em disputas de simples e duplas. Brasília estará bem representada no torneio, com Carlos Jordan, Rejane Cândida e Natália Mayara Azevedo da Costa. Os para-atletas embarcam amanhã para Minas Gerais e prometem dar trabalho aos adversários na busca pelo título. Atual campeão do torneio e melhor tenista paraolímpico do Brasil, Carlos Jordan nem pensa em perder essa competição — uma das mais importantes do calendário nacional por conta do nível técnico dos participantes e da pontuação para o ranking internacional. Conquistar o ouro, no entanto, não vai ser tarefa fácil. “Com a participação de jogadores sul-americanos, o nível fica bem alto. Vou fazer, com certeza, jogos difíceis. Mas estou indo para defender meus pontos, chegar à final e sair com o título”, garante Jordan. “São 98 ou 99 pontos para o campeão. Para quem está de olho na classificação para o Parapan do ano que vem, como eu estou, é importante somar essa pontuação para garantir a classificação nos jogos”, acrescentou o número 29 do mundo. Detentora do primeiro lugar no ranking feminino nacional de Tênis paraolímpico, Rejane Cândida, 33 anos, também desponta como uma das favoritas a conquistar a medalha de ouro. “Eu já fiz a final duas vezes, mas nunca ganhei. Essa competição vale uma pontuação alta e é importante participar. Acredito que tenho chances de trazer o título para casa. Para isso basta ter sorte na chave”, avalia. Rivalidade Na disputa de simples, para subir ao degrau mais alto do pódio, Rejane terá de enfrentar seis adversárias. Ao final, quem ganhar mais jogos é a campeã. A número 1 do Brasil aponta a jovem Natália Mayara, de 15 anos, como uma das principais adversárias a serem batidas. “A Natália está crescendo muito. Ela treina comigo e nos conhecemos bastante. Já duelamos algumas vezes e perdi para ela em uma oportunidade. Tudo pode acontecer”, garante Rejane. “A Rejane tem mais experiência que eu porque já jogou mais. Mas acredito que hoje estamos empatadas no nível técnico e fica difícil dizer quem é a favorita. Já ganhei dela e ela de mim, então é difícil saber o que pode acontecer”, analisa Natália Mayara. Para a atual vice-campeã do Master Cup Juvenil e segunda colocada no ranking nacional, a paciência será fundamental para quem quiser faturar o título. “Por treinarmos juntas e nos conhecermos bem acaba sendo mais difícil quando nos enfrentamos. Mas na hora H nós duas entramos para ganhar”, reforça. Mas no 5º Minas Open, Rejane e Natália não serão apenas adversárias. Como treinam juntas no Cetefe, as duas para-atletas representantes de Brasília se juntam na disputa de duplas em busca também de uma boa colocação. 1 - Torneio internacional O Minas Open é um evento internacional credenciado pela Federação Internacional de Tênis. A competição integra o circuito mundial da modalidade (NEC Wheelchair Tennis Tour), distribui premiação de 10 mil dólares e pontos para o ranking internacional de Tênis em cadeira de rodas.
ParticipantesNo masculino » 20 brasileiros » 4 argentinos » 2 chilenos » 2 colombianos No feminino » 5 brasileiras » 2 chilenas Resultado de 2009 Campeão masculino Carlos Jordan Vice-campeão Gustavo Fernandez (Argentina) Campeã feminina Maria Antonieta Ortiz (Chile) Vice-campeã Johana Martinez (Colômbia)